Câmara aprova entrada de empresas aéreas estrangeiras no Brasil

 

Fonte: Agora RN

A Câmara dos Deputados aprovou na noite de terça para quarta-feira a Medida Provisória que permite a entrada de 100% de capital estrangeiro nas companhias aéreas do Brasil.

Ainda falta aprovação do Senado e assinatura do presidente Jair Bolsonaro para a matéria se tornar lei, o que tem de acontecer até esta quarta-feira,22. No entanto, segundo se sabe, o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, já comemora a decisão.

“Portas abertas ao capital estrangeiro para as companhias aéreas no Brasil. Aprovada no Congresso a MP que permitirá que empresas estrangeiras possam operar no País, aumentando a concorrência e, consequentemente, reduzindo o custo das passagens”, comunicou o ministros a um grupo de jornalistas que acompanharam a votação.

“É importantíssima essa medida para incentivar a vinda de novas empresas”, completou. 

A votação aconteceu após o Plenário acatar um pedido do PSD para que fosse levado em conta o texto original da MP, isto é, desconsiderando o texto alterado pelo senador Roberto Rocha (PSDB-MA), que tentava negociar a volta da franquia mínima de bagagem de 23 quilos para que a MP passasse.

“É uma ótima notícia para o turismo brasileiro. O fim da restrição ao capital estrangeiro no capital das companhias aéreas permitirá a entrada de novas companhias no Brasil, ampliando a concorrência e permitindo novas rotas e maior oferta de voos”, comentou nesta quarta-feira George Gosson, hoteleiro e ex-coordenador da Câmara de Turismo da Federação do Comércio do RN.

Para ele, a volta da franquia de bagagem obrigatória será uma restrição a entrada no mercado de companhias low cost que tem nas suas receitas auxiliares, como cobrança de bagagens, de refeições e de marcação de assentos, um fatia importante neste modelo de negócios.

Na mesma linha, o atual presidente da Câmara de Turismo da Fecomercio-RN, George Costa, comemorou o resultado da votação, mas lamentou a decisão dos deputados de incluírem a questão das bagagens, o que vai penalizar as empresas que vierem a atuar em pequenos percursos.

“Eles (os parlamentares) foram movidos possivelmente pela ressaca deixada anteriormente pela ação das empresas, que se comprometeram a baratear as passagens se conseguissem corrigir os valores cobrados pelas bagagens, o que não aconteceu”, analisou.

Se o texto for aprovado como está no Senado nesta quarta-feira, as companhias aéreas deverão oferecer um mínimo de bagagem gratuita em voos domésticos. Se o texto passar da mesma forma no Senado, o passageiro poderá levar, sem cobrança adicional, uma peça de 23 kg nas aeronaves acima de 31 assentos.

Isso contraria a resolução da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) de 2016, pela qual as companhias passaram a cobrar o despacho de bagagem, franqueando apenas a bagagem de mão de até dez quilos. O destaque no texto que prevê a franquia foi apresentado pelo PT e aprovado em votação simbólica na noite desta terça, como informa O Globo.

O destaque que tratava da exigência de reciprocidade no tratamento dado às empresas sobre a forma como operam no Brasil e no exterior foi rejeitado.

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) convocou para esta quarta-feira reunião extraordinária da sua diretoria paradiscutir o pedido da empresa Air Europa para operar no mercado doméstico brasileiro. Segundo técnicos, o processo deverá ser autorizado independentemente do desfecho da MP.

Abastecimento de água vai ser suspenso em 18 localidades da Zona Norte de Natal

 

Fonte: G1 RN

O abastecimento de água vai ser suspenso em 18 localidades da Zona Norte de Natal – entre bairros, loteamentos e conjuntos – nesta quarta-feira (22). Segundo a Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern), o fornecimento será interrompido durante todo o dia e retomado no fim da noite.

Os locais afetados são: África, Algimar, Alvorada, Amarante, Golandim, Igapó, Jardim Lola, Nova Zelândia, Panatis, Parque dos Coqueiros, parte do Conjunto Santarém, parte Gramoré, Potengi, Redinha (nova e velha), Riverside, Santa Inês, Soledade I e Vale Dourado.

Os outros bairros da região também vão sofrer com uma redução no fornecimento. A recomendação da Caern é que os moradores da região reservem água para o período e que a utilizem de forma racional.

A suspensão no abastecimento acontece por conta de uma manutenção preventiva na Estação de Tratamento de Água (ETA) de Extremoz, que abastece 70% da Zona Norte. O abastecimento vai ser retomado na noite de quarta-feira (22) e a normalização deve ocorrer em até 48h.

Abastecimento de água vai ser suspenso em 18 localidades da Zona Norte de Natal

 

Fonte: G1 RN

O abastecimento de água vai ser suspenso em 18 localidades da Zona Norte de Natal – entre bairros, loteamentos e conjuntos – nesta quarta-feira (22). Segundo a Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern), o fornecimento será interrompido durante todo o dia e retomado no fim da noite.

Os locais afetados são: África, Algimar, Alvorada, Amarante, Golandim, Igapó, Jardim Lola, Nova Zelândia, Panatis, Parque dos Coqueiros, parte do Conjunto Santarém, parte Gramoré, Potengi, Redinha (nova e velha), Riverside, Santa Inês, Soledade I e Vale Dourado.

Os outros bairros da região também vão sofrer com uma redução no fornecimento. A recomendação da Caern é que os moradores da região reservem água para o período e que a utilizem de forma racional.

A suspensão no abastecimento acontece por conta de uma manutenção preventiva na Estação de Tratamento de Água (ETA) de Extremoz, que abastece 70% da Zona Norte. O abastecimento vai ser retomado na noite de quarta-feira (22) e a normalização deve ocorrer em até 48h.

Governadores de 13 estados e do DF divulgam carta aberta contra decreto de armas de Bolsonaro

 

Fonte: G1


Governadores de 13 estados e do Distrito Federal divulgaram nesta terça-feira (21) uma carta aberta contra o decreto de armas, editado pelo presidente Jair Bolsonaro, no começo do mês.

Na avaliação do grupo, o decreto que amplia o direito do cidadão à arma vai aumentar a violência no país.

“Achamos que isso não vai ajudar, pelo contrário. O que aguardamos é sermos chamados pelo governo federal para debatermos a política de segurança pública do país”, afirmou ao blog o governador do Ceará, Camilo Santana (PT), um dos signatários do documento.

Na carta (veja abaixo), as autoridades de 13 estados e mais o Distrito Federal afirmam que “as medidas previstas pelo decreto não contribuirão para tornar nossos estados mais seguros. Ao contrário, tais medidas terão um impacto negativo na violência – aumentando por exemplo, a quantidade de armas e munições que poderão abastecer criminosos – e aumentarão os riscos de que discussões e brigas entre nossos cidadãos acabem em tragédias”.

Camilo Santana disse que não há previsão de entrega direta ao presidente Bolsonaro, com quem os governadores do Nordeste estarão reunidos na sexta-feira, na primeira viagem do presidente à região.

Além de Santana, assinam a carta Ibaneis Rocha (DF), Rui Costa (BA), Flavio Dino (MA), Renato Casagrande (ES), Helder Barbalho (PA), entre outros.

Nesta segunda-feira (21), o Jornal Nacional revelou que o decreto de Bolsonaro que regulamenta o uso e porte de armas no país libera compra de fuzil por qualquer cidadão.

O documento permite que as pessoas consigam comprar arma produzida pela Taurus. O Fuzil T4 foi criado em 2017 e se enquadra em novas especificações.

O decreto das armas está em vigor desde o início de maio. Ainda não há um cronograma para regulamentação, mas, desde que foi anunciado, o decreto dividiu opiniões.

O Ministério Público Federal, em Brasília, pediu a suspensão do decreto. Atualmente, existem três ações contra o decreto na Justiça Federal e três no Supremo Tribunal Federal (STF).

Veja a íntegra da carta dos governadores:

Carta dos Governadores sobre o Decreto Presidencial n. 9.785 (07 de maio de 2019) e a Regulação Responsável de Armas e Munições no País

Como governadores de diferentes estados do país, manifestamos nossa preocupação com a flexibilização da atual legislação de controle de armas e munições em razão do decreto presidencial n. 9.785 (07 de maio de 2019) e solicitamos aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário da União que atuem tanto para sua imediata revogação como para o avanço de uma efetiva política responsável de armas e munição no país.

Sabemos que a violência e a insegurança afetam grande parte da população de nossos estados e que representam um dos maiores obstáculos ao desenvolvimento humano e econômico do Brasil. Nesse contexto, a grande disponibilidade de armas de fogo e munições que são usadas de maneira ilícita representa um enorme desafio para a segurança pública do país e é preciso enfrentá-lo.

Por essa razão, é urgente a implementação de ações que melhorem a rastreabilidade das armas de fogo e munições durante toda a sua existência, desde sua produção. Também é fundamental aumentar os meios de controle e fiscalização para coibir os desvios, enfrentar o tráfico ilícito e evitar que as armas que nascem na legalidade caiam na ilegalidade e sejam utilizadas no crime. Reconhecemos que essas não são soluções mágicas, mas são condições necessárias para a melhoria de nossa segurança pública.

Diante deste cenário, e a partir das evidências disponíveis, julgamos que as medidas previstas pelo decreto não contribuirão para tornar nossos estados mais seguros. Ao contrário, tais medidas terão um impacto negativo na violência – aumentando por exemplo, a quantidade de armas e munições que poderão abastecer criminosos – e aumentarão os riscos de que discussões e brigas entre nossos cidadãos acabem em tragédias.

As soluções para reverter o cenário de violência e insegurança no país serão fortalecidas com a coordenação de esforços da União, Estados e Municípios para fortalecer políticas públicas baseadas em evidências e para implementar o Plano Nacional de Segurança Pública e Defesa Social, fortalecendo a prevenção focalizada nas populações e territórios mais afetados pela violência e a repressão qualificada da criminalidade.

Reforçamos nosso compromisso com o diálogo e com a melhoria da segurança pública do país. Juntos, podemos construir um Brasil seguro para as atuais e futuras gerações.

IBANEIS ROCHA

Governador do Distrito Federal

FLÁVIO DINO

Governador do Estado do Maranhão

WELLINGTON DIAS

Governador do Estado do Piauí

PAULO CÂMARA

Governador do Estado de Pernambuco

CAMILO SANTANA

Governador do Estado do Ceará

JOÃO AZEVEDO

Governador do Estado da Paraíba

RENATO CASAGRANDE

Governador do Estado do Espírito Santo

RUI COSTA

Governador do Estado da Bahia

FÁTIMA BEZERRA

Governadora do Estado do Rio Grande do Norte

RENAN FILHO

Governador do Estado de Alagoas

BELIVALDO CHAGAS

Governador do Estado de Sergipe

WALDEZ GÓES

Governador do Estado do Amapá

MAURO CARLESSE

Governador do Estado do Tocantins

HELDER BARBALHO

Governador do Estado do Pará

Aneel reajusta valor das bandeiras tarifárias; maior alta é de 50% na bandeira amarela

 

Fonte: G1 RN

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (21) um reajuste nos valores da bandeira tarifária amarela e da bandeira vermelha, nos patamares 1 e 2.

O maior reajuste ocorreu na bandeira amarela, que passou de R$ 1 a R$ 1,50 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) – uma alta de 50%. O patamar da bandeira vermelha 1 passou de R$ 3 para R$ 4 a cada 100 kWh, alta de 33,3%, e o patamar 2 da bandeira vermelha passou de R$ 5 para R$ 6 por 100 kWh consumidos, alta de 20%.

Novos valores (por 100 kWh):

  • Bandeira amarela: R$ 1,50
  • Bandeira vermelha 1: R$ 4,00
  • Bandeira vermelha 2: R$ 6,00

O reajuste servirá para adequar o valor do custo extra a ser cobrado dos consumidores em períodos em que a produção de energia ficar mais cara. O objetivo é que a arrecadação com as bandeiras fique o mais próximo possível do valor extra gasto com a geração de energia.

Segundo o diretor-geral da Aneel, André Pepitone, o reajuste evitará que a conta da bandeira tarifária fique deficitária em 2019. Em 2017, a conta da bandeira fechou com um déficit de R$ 4,4 bilhões e em 2018 o déficit foi de cerca de R$ 500 milhões. Esses déficits foram incluídos nos reajustes tarifários.

“A revisão é necessária para que não haja um déficit ainda maior em 2019, que terá que ser pago nas tarifas de energia em 2020”, afirmou. Segundo ele, os novos valores são mais adequados ao real custo de geração deste ano.

Sistema de bandeiras

Em vigor desde 2015, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo da energia gerada, possibilitando aos consumidores reduzir o consumo quando a energia está mais cara.

De acordo com o funcionamento das bandeiras tarifárias, as cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração.

A bandeira verde significa que o custo está baixo e é coberto pela tarifa regular das distribuidoras, então não há cobrança extra na conta de luz. O acionamento das bandeiras amarela e vermelha representam um aumento do custo de produção de energia e, por isso, há cobrança na conta de luz. O aumento do custo de geração está ligado principalmente ao volume de chuvas e ao nível dos reservatórios.

O acionamento da bandeira implica em uma cobrança extra na conta de luz, valor que é usado para pagar pela geração de energia mais cara.

Antes do sistema de bandeiras, o custo da geração de energia mais cara já era cobrado do consumidor, mas com um ano de atraso. O sistema permitiu a cobrança mensal do valor e a possibilidade de avisar os consumidores que o custo da energia está mais caro, permitindo que eles reduzam o consumo.Aneel reajusta valor das bandeiras tarifárias; maior alta foi de 50% na bandeira amarelaG1 Economia–:–/–:–

RN tem 535 obras com recursos federais paradas ou inacabadas, diz auditoria do TCU

 

Fonte: G1 RN

O Rio Grande do Norte tem 535 obras públicas que contam com recursos federais paradas ou inacabadas. A informação consta em uma auditoria que o Tribunal de Contas da União realizou em 2018 e divulgou semana passada. Ao todo, as obras tinham recursos previstos de mais de R$ 2,2 bilhões.

Em todo o país, 14.403 obras, com investimentos previstos em cerca de R$ 144 bilhões, estavam nessa situação. A área técnica do tribunal analisou 38,4 mil obras, entre abril e maio do ano passado, em todo o Brasil. Ou seja, do total, 37,5% estavam paradas.

Os dados locais foram solicitados pelo G1 ao TCU. No estado, 361 obras paradas contavam com recursos da Caixa Econômica. Os tomadores dos recursos são principalmente municípios potiguares, em serviços de pavimentação e outros tipos de obras estruturantes.

Nesse tipo de obra, as prefeituras também entram com contrapartidas. Ao todo, os investimentos previstos eram de R$ 218,7 milhões.

Outras 71 obras paradas no Rio Grande do Norte são ligadas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Apesar de menor número, elas estão estimadas em cerca de R$ 1,7 bilhão. Envolvem obras de saneamento, construção de quadras esportivas, abastecimento de água, entre outros.

Ainda há 84 do Ministério da Economia, voltadas para creches e ensino básico – totalizando investimentos de R$ 59,7 milhões – envolvendo construção de escolas e quadras cobertas para unidades de ensino. Além disso, há quatro obras para universidades públicas – com outros R$ 4,8 milhões – voltadas para construção de laboratórios e auditórios, por exemplo.

O levantamento ainda aponta quatro obras ligadas do Departamento Nacional de Infraestrutura de Trânsito (Dnit) – ao custo previsto de R$ 188,5 milhões – e 11 da Fundação Nacional da Saúde (Funasa) paradas no estado, com custo estimado de R$ 43,9 milhões.

De acordo com o relator do processo, ministro Vital do Rego, cerca de R$ 10 bilhões foram efetivamente aplicados nessas obras, em todo o país, sem que tenha sido gerado benefício à população.

“As consequências desse problema vão muito além dos recursos desperdiçados. Podem ser citados os serviços que deixam de ser prestados à população, prejuízos no crescimento econômico e empregos não gerados”, afirmou o relator.

Com base no resultado, o TCU decidiu na quarta-feira (15) recomendar ao Ministério da Economia e às demais pastas que gerenciam recursos de obras públicas:

  • compartilhamento do sistema de informação de obras;
  • maior integração das bases de informação;
  • uniformização dos critérios de classificação de obras paralisadas;
  • estudos sobre as contratações de projetos com dados já disponíveis.

Rio Grande do Norte tem 143 mil inscritos no Enem 2019

 

Fonte: G1 RN

O Rio Grande do Norte tem 143 mil pessoas inscritas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019. Os dados foram divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) nesta segunda-feira (20). As inscrições para o exame terminaram na sexta-feira passada (17).

Desse total, 52.498 inscritos no estado ainda não efetuaram o pagamento do boleto para confirmar a participação no exame, segundo balanço do Inep atualizado nesta segunda. Mas esses estudantes ainda estão dentro do prazo: o pagamento pode ser feito até a próxima quinta-feira (23).

A taxa é de R$ 85 e o pagamento pode ser realizado em qualquer banco, casa lotérica ou agência dos Correios. Quem teve direito à isenção do pagamento da taxa e concluiu a inscrição no prazo estabelecido já tem sua participação garantida no exame.

O Brasil registrou, ao todo, 6,38 milhões de inscritos para a edição de 2019. O número final de participantes confirmados será divulgado no próximo dia 28. As provas do Enem 2019 serão aplicadas em dois domingos, 3 e 10 de novembro.

O Enem é realizado anualmente pelo Inep, que é vinculado ao Ministério da Educação (MEC). O exame viabiliza o acesso à educação superior por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (ProUni) e instituições portuguesas.

Local de prova

O cartão de confirmação será disponibilizado só em outubro. Nele, haverá um resumo das principais informações para o candidato: número de inscrição; data, hora e local das provas; dados sobre atendimento especializado (se solicitado); e opção de língua estrangeira (inglês ou espanhol).

Estrutura da prova

O exame ocorrerá em dois domingos: 3 e 10 de novembro. No primeiro dia, serão aplicadas as provas de:

  • linguagens, códigos e suas tecnologias, redação e ciências humanas e suas tecnologias.
  • duração: 5h30

No segundo domingo, dia 10 de novembro, será a vez das questões de:

  • ciências da natureza e suas tecnologias e matemática e suas tecnologias.
  • duração: 5h

Novidades da edição 2019

Neste ano, há as seguintes novidades:

  • novo sistema de inscrição
  • inclusão opcional de foto na inscrição
  • espaço com linhas para rascunho da redação
  • espaço para cálculos no final do caderno de questões
  • surdos, deficientes auditivos e surdocegos poderão indicar, na inscrição, se usam aparelho auditivo ou implante coclear
  • lanches levados pelos candidatos serão revistados

Comissão derruba portaria que limita acesso à mamografia no SUS

 

Fonte: Agência Brasil

A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE) decidiu nesta terça-feira (21) derrubar a Portaria 61/2015 do Ministério da Saúde (MS) que limitou o acesso de mulheres de 40 a 49 anos aos exames de mamografia para detecção precoce de câncer de mama no Sistema Único de Saúde (SUS). Pela portaria do MS, somente mulheres de 50 a 69 anos de idade podem fazer o rastreamento mamográfico na rede pública. De autoria do senador Lasier Martins (Pode-RS), o projeto de decreto legislativo, PDS 377/2015, que possibilitou a decisão, segue para o plenário da Casa em com urgência para análise.

A relatora da proposta na comissão, senadora Leila Barros (PSB-DF), avaliou que a portaria do Ministério da Saúde é ilegal e afronta a Lei 11.664/2008, que assegura a mamografia a todas as mulheres a partir dos 40 anos de idade. Ainda em defesa da derrubada da portaria do Ministério da Saúde, a senadora argumentou que o câncer de mama é uma doença grave, sendo a primeira causa de morte por câncer entre as brasileiras, em 2019, segundo estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca), 59,7 mil novos casos devem surgir no país.

Impacto financeiro

Sem falar no impacto financeiro da medida no relatório, Leila Barros explicou que está afastada a hipótese de criação de nova despesa, tendo em vista que os custos dos exames já deveriam estar provisionados e previstos na legislação orçamentária federal, por se tratar de uma norma de 2008.

Mesmo depois de representantes do governo sinalizarem a intenção de alterar o decreto para assegurar o rastreamento mamográfico a mulheres com menos de 50 anos, os senadores consideraram importante que o Senado dê andamento ao projeto que busca sustar a norma hoje em vigor.

UE aprova proibição de produtos de plástico até 2021

 

Fonte: Agência Brasil

A União Europeia (UE) aprovou hoje (21) formalmente a proibição, até 2021, do uso de determinados produtos de plástico de utilização única, como varas de balões e cotonetes.

De acordo com as novas regras aprovadas pelo Conselho da UE, entre os produtos estão também pratos e talheres. 

A lei europeia relativa aos plásticos de utilização única é baseada na legislação da UE sobre resíduos atualmente em vigor. De acordo com comunicado do conselho, a legislação vai mais além, ao estabelecer normas mais rigorosas para os tipos de produtos e embalagens que se encontram entre os dez principais elementos poluentes encontrados nas praias europeias.

As novas regras proíbem a utilização de certos produtos descartáveis de plástico, para os quais existem alternativas, e introduzem medidas específicas para reduzir a utilização dos produtos descartados mais frequentemente.

Os produtos de utilização única são feitos total ou parcialmente de matéria plástica e destinam-se, em geral, a serem utilizados uma única vez ou durante um curto período de tempo antes de serem inutilizados. Os Estados-membros da UE firmaram acertaram alcançar, até 2029, o objetivo de recolhimento de 90% de garrafas de plástico, e estas terão de conter, pelo menos, 25% de material reciclado até 2025 e 30% até 2030.

A decisão de hoje do Conselho da UE é a última etapa do processo.

Talude de mina pode se romper a qualquer momento e Vale está em alerta máximo em Barão de Cocais

 

Fonte: G1

A mineradora Vale está em alerta máximo com a certeza de que o talude norte da Mina Gongo Soco, em Barão de Cocais, Região Central de Minas Gerais, vai se romper. A estrutura tem se movimentado de seis a 10 centímetros por dia e o paredão pode cair a qualquer momento.

A Vale informou ao Ministério Público do estado em 14 de maio que o talude estava se movimentando e que, em caso de ruptura, a barragem Sul Superior poderia se romper também. Este é o cenário mais grave. A mineradora informou que não é possível dizer exatamente qual será o impacto do rompimento do talude.

O talude é um paredão que fica acima da cava de mineração, que está cheia de água. A barragem Sul Superior está a 1,5 quilômetros desta cava.

O rompimento do talude pode causar uma reação em cadeia por abalos e desencadear o colapso da barragem. Outro cenário menos grave, mas também preocupante, é que a água da cava transborde e atinja rios da região da mina.Veja o que pode acontecer se o talude em mina da Vale em Barão de Cocais se romperJornal Hoje–:–/–:–

Veja o que pode acontecer se o talude em mina da Vale em Barão de Cocais se romper

Veja o que pode acontecer se o talude em mina da Vale em Barão de Cocais se romper

Em um sobrevoo nesta segunda-feira (20), o diretor de operações da Vale, Marcelo Barros, disse que a empresa trabalha com a hipótese mais grave.

“Como a segurança é prioritária pra gente, e a barragem é uma barragem de nível 3, a gente trabalha com a hipótese máxima”, disse o diretor de operações da Vale.

O diretor reafirmou o que a mineradora e o governo de Minas já vêm dizendo há alguns dias, que não há dúvidas de que o talude vai desabar.

“O talude vai romper. É uma certeza que a gente tem. Ele deve romper caindo para dentro da cava”, informou.

O secretário de Meio Ambiente de Minas Gerais, Germano Vieira, disse, nesta segunda-feira (20), que a chance de o talude causar o rompimento da barragem Sul Superior é de 10% a 15%.

Obras de contenção da lama

Vale realiza obras de contenção de lama e rejeitos de minério dentro da Mina Gongo Soco, em Barão de Cocais — Foto: Reprodução/Globocop

Vale realiza obras de contenção de lama e rejeitos de minério dentro da Mina Gongo Soco, em Barão de Cocais — Foto: Reprodução/Globocop

A mineradora conseguiu autorização para colocar 200 trabalhadores dentro da mina, que está interditada, para obras de contenção da onda de lama caso a barragem se rompa. O objetivo é conter a velocidade da lama e parte dos rejeitos dentro da mina.

Blocos de granito serão alinhados em uma barreira de contenção e em outro ponto será construído um muro de 35 metros de altura, também para conter a lama. Também serão instaladas telas metálicas para reter sedimentos.

A Vale garante que todos os funcionários estão treinados para deixar a área em segurança em caso de emergência. Ainda segundo a mineradora, a previsão é que todas as obras sejam concluídas em novembro.

A empresa ainda mantém uma sala de monitoramento geotécnico, onde dados chegam em tempo real 24 horas por dia.

Arte mostra mapa de área de risco em Barão de Cocais — Foto: Wagner Magalhães/Arte G1

Arte mostra mapa de área de risco em Barão de Cocais — Foto: Wagner Magalhães/Arte G1

Simulados de emergência

A população de Barão de Cocais passou por dois treinamentos de simulação de situação de emergência, caso a barragem se rompa.

No primeiro treinamento, 60% dos moradores participaram da ação. Já no segundo, a adesão foi de 26,75%. De acordo com Defesa Civil de Minas Gerais, alguns moradores alegaram que já tinham participado do primeiro treinamento e que já conheciam a rota de fuga para justificarem a ausência no segundo simulado.

Os moradores devem seguir para pontos de encontro seguros, sem correria. As calçadas da cidade por onde a lama pode passar estão sinalizadas com a cor laranja. Placas também indicam o caminho do pronto de encontro mais próximo.

Carros de som estão posicionados em pontos estratégicos da cidade para avisar a população em caso de rompimento da barragem.