Doenças ligadas à falta de saneamento geram custo de R$ 100 mi ao SUS

 

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As internações hospitalares de pacientes no Sistema Único de Saúde (SUS), em todo o país, por doenças causadas pela falta de saneamento básico e acesso à água de qualidade, ao longo de 2017, geraram um custo de R$ 100 milhões. De acordo com dados do Ministério da Saúde, ao todo, foram 263,4 mil internações. O número ainda é elevado, mesmo com o decréscimo em relação aos casos registrados no ano anterior, quando 350,9 mil internações geraram custo de R$ 129 milhões.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cada dólar investido em água e saneamento resultaria em uma economia de US$ 4,3 em custos de saúde no mundo. Recentemente, organizações ligadas ao setor privado de saneamento, reunidas em São Paulo, reforçaram a teoria da economia produzida por este investimento. Pelas contas do grupo, a universalização do saneamento básico no Brasil geraria uma economia anual de R$ 1,4 bilhão em gastos na área da saúde.

No mesmo evento – Encontro Nacional das Águas – os representantes das empresas apontaram que dos 5.570 municípios do país, apenas 1.600 têm pelo menos uma estação de tratamento de esgoto e 100 milhões de brasileiros ainda não têm acesso à tratamento de esgoto.

Atualmente, de acordo com o Instituto Trata Brasil, apenas 44,92% dos esgotos coletados no país são tratados. O Brasil tem uma meta de universalização do saneamento até 2033. Este objetivo previsto no Plano Nacional de Saneamento Básico, representaria um gasto de cerca de R$ 15 milhões anuais, ao longo de 20 anos. E este é um dos desafios para os governantes a serem eleitos em outubro.

A reportagem da Agência Brasil visitou Maceió, capital de Alagoas, cidade onde o percentual de coleta de esgoto é 11 pontos percentuais inferior à media do país (51,9%).

Maceió

Quem chega a Maceió logo se deslumbra com azul do mar e a simpatia dos moradores. Mas, basta um olhar mais atento em direção oposta à praia para concluir que o deleite visual produzido pela natureza disputa espaço com canais de esgoto a céu aberto. O mais grave é que grande parte dos dejetos, que corre ao longo de rios e riachos e cruza diversos bairros da cidade, acaba desaguando no mar.

“Temos praias lindas, mas nós não usamos porque sabemos que são bem poluídas. Temos a Lagoa Mundaú, dentro da cidade, e correndo para ela que tem vários braços de rios e riachos que, inclusive passam por bairros nobres, e todos servem para despejo de dejetos e lixos das casas”, lamentou a advogada Rita Mendonça.

Alagoana e atuante em direitos humanos, Rita reconhece que foram feitos investimentos na área de saneamento, mas a população cresceu em velocidade desproporcional aos recursos aplicados. Outro alerta recai sobre a falta de conscientização dos próprios habitantes. “As pessoas jogam lixo nesses rios e riachos porque não podem esperar o lixeiro passar. E todos desembocam no mar”, lamentou.

A realidade para quem vive o dia a dia na capital alagoana tem reflexos que vão além da balneabilidade das praias urbanas. Na economia, famílias que já vivem em situações mais precárias e dependem da pesca do sururu correm o risco de terem a fonte de renda comprometida. Em 2014, o molusco, largamente encontrado nas regiões lacustres de Alagoas em função dos encontros de água doce e salgada, foi registrado como patrimônio imaterial do estado. Moradores, agora, relatam e lamentam a redução do volume pescado em decorrência da poluição da água.

Em Maceió, moradores reclamam que esgoto e lixo ficam a céu aberto – Carolina Gonçalves/Agência Brasil

 

O comércio é também alvo do problema. Empresária e dona de uma loja de roupas no bairro da Jatiúca, Vanessa Taveiros, aponta para o esgoto que corre ao lado de um dos restaurantes mais badalados de Maceió. “Já foram feitas várias denúncias e nada é feito. Quando chove, tudo fica alagado, tem ruas aqui na Jatiúca que nenhum carro passa e os lojistas ficam sem vender porque fica tudo interditado”, disse.

Na saúde, os problemas relacionados ao saneamento aparecem em números de sete dígitos. Segundo o Ministério da Saúde, em todo o estado, ao longo de 2017, foram gastos mais de R$ 2,2 milhões com 5.183 internações no SUS de pacientes com doenças ligadas à falta de saneamento básico e acesso à água de qualidade. No mesmo ano, em todo o país, o total de gastos com este tipo de internação somou R$ 100 milhões.

O rol dessas doenças inclui desde diarreias e problemas dermatológicos até infecções mais graves, cólera, sarampo, além do agravamento de epidemias, já que a exposição do esgoto a céu aberto aumenta condições para a proliferação do mosquito transmissor de dengue, chikungunya e zika.

Maceió não é uma cidade planejada e é possível ver que o problema do saneamento afeta todas as classes econômicas. Algumas ruas começam na praia, como na Jatíuca, com prédios e casas visualmente de classe média alta, e terminam em trechos extremamente pobres. O despejo de lixo nos rios e riachos é feito por parte da própria população, mas também é parte dos alagoanos que lamenta os efeitos dessa prática.

Extremoz realiza lançamento do 1° Campeonato de Futebol Integrado

 

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Aconteceu no último final de semana, da solenidade de lançamento do primeiro campeonato de futebol integrado de Extremoz. A festa foi organizada para os atletas que participarão do campeonato. Os jogadores tiveram a oportunidade de ser atendidos por médicos, que verificaram a pressão arterial e realizaram exames de glicemia.

O campeonato é um evento da Prefeitura de Extremoz, através da Secretaria Municipal de Esportes, com início previsto para o próximo dia 23 de setembro com 30 equipes. Os jogos acontecerão no Estádio Zacarias José de Melo (Extremoz), campo do Confiança (Extremoz), Campo de Vila de Fátima, campo do América de Araçá e campo do Flamengo de Capim.

“É uma competição importante que vai movimentar o esporte amador proporcionando mais lazer para as comunidades, em especial, os desportistas extremozenses”, disse o prefeito Joaz Oliveira (PR).

Ministério da Saúde identifica 185 focos de fake news e reforça campanhas

 

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Seis meses após iniciar um monitoramento específico de boatos e informações falsas nas redes sociais, o Ministério da Saúde já identificou 185 focos de fake news na internet, ou seja, temas de saúde que têm sido alvos de diversas publicações com dados incorretos ou evidências científicas inexistentes. Preocupado com o impacto dessas mentiras para a saúde pública, o órgão anunciou nesta quarta-feira, 19, novas ações no combate aos boatos.

A primeira é uma campanha cuja veiculação começa nesta quinta-feira, 20, nas páginas do ministério no Facebook e no Twitter, com vídeos e peças gráficas mostrando os riscos de acreditar em informações repassadas pela internet. A campanha tem como alvo os pais que estão deixando de vacinar os filhos por causa de boatos repassados na rede sobre supostos riscos dos imunizantes.

Segundo Gabriela Rocha, coordenadora de redes sociais do ministério, as vacinas foram os principais alvos de fake news entre todas as publicações monitoradas pela equipe da pasta. Cerca de 90% dos focos de mentiras identificados pelo órgão tinham como alvo a vacinação. Tem destaque nesse grupo boatos sobre os supostos riscos da vacina contra o HPV, que protege contra o vírus que causa o câncer de colo de útero.

“Combater as fake news é uma questão de saúde pública. Sabemos que entre os fatores que influenciaram a queda na cobertura vacinal no País estão essas informações erradas disseminadas pela internet”, disse.

Reconhecido internacionalmente, o programa de imunização brasileiro viu doenças como sarampo e poliomielite voltarem a ameaçar o País neste ano após os índices de cobertura vacinal caírem em 2017. O quadro motivou uma campanha iniciada em agosto e finalizada na última sexta-feira.

Fazem parte ainda da lista das fake news mais difundidas: supostos alimentos “milagrosos” contra doenças, falsa cura para o diabete e formas bizarras de transmissão de HIV, como o consumo de bananas contaminadas, o que é inverídico.

A equipe do ministério monitora 7 mil publicações diariamente em busca de fake news. Além do acompanhamento iniciado em março, o ministério criou, há um mês, um canal de WhatsApp que recebe consultas de cidadãos que buscam saber se determinada notícia divulgada é verdadeira ou falsa.

A informação é verificada e devolvida ao usuário com um dos dois seguintes selos: se for falsa, ganha o aviso: “Ministério da Saúde adverte: isto é fake news! Não divulgue”. Se a informação estiver correta, o selo traz a seguinte mensagem: “Ministério da Saúde adverte: esta notícia é verdadeira. Compartilhe!”

Em apenas um mês de existência, o WhatsApp do ministério, que funciona como um fact-checking, já recebeu 1.597 consultas, das quais 310 traziam publicações identificadas como fake news. Além de textos com erros e links de notícias falsas, estão entre as mensagens fraudulentas áudios enviados por alguém se passando por médico ou enfermeiro e divulgando informações sem embasamento.

As consultas ao WhatsApp Saúde Sem Fake News podem ser feitas por meio do número (61) 9-9289-4640. Todos os boatos desmentidos podem ser acessados no site saude.gov.br/fakenews.

Segundo Gabriela, o próximo passo da força-tarefa contra as mentiras será criar uma lista de distribuição no WhatsApp para difundir de forma massiva as checagens feitas para todos que se inscreverem no canal e não apenas para quem enviou a consulta. A lista será criada após as eleições, pois a lei eleitoral impede que órgãos públicos divulguem informação espontaneamente no período de campanha.

Alerta mundial

Os danos das notícias falsas para a saúde pública não preocupam apenas as autoridades brasileiras. Nos EUA, o Centro de Controle de Doenças investe em publicações nas redes sociais e numa rede de alertas de saúde voltados para médicos. A cada novo evento em saúde relevante, como um surto, os profissionais de saúde recebem um comunicado curto por e-mail alertando sobre o fato e, quando possível, com orientações do que fazer. “O importante é agir constantemente, trabalhando com parceiros: desde os médicos até líderes comunitários ou religiosos que tenham credibilidade nos seus determinados grupos e possam disseminar a informação correta”, disse Amy Rowland, líder de mídia e relações públicas do Centro de Saúde Global do CDC.

Para Luiza Silva, professora da Faculdade de Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), as autoridades sanitárias no mundo estão começando a ficar mais alertas para os riscos das fake news para a saúde pública e a enxergar que não basta combatê-las apenas com notas nos sites oficiais ou comunicados técnicos. “É um passo excelente que os órgãos despertem para esse caráter de epidemia que as fake news têm. Assim como as doenças, essas informações erradas viralizam, contagiam e precisam ser combatidas com rapidez.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

IBGE: Brasil tem 9,85 milhões de hectares de florestas plantadas

 

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O Brasil tem 9,85 milhões de hectares de florestas plantadas, sendo 75,2% de eucalipto e 20,6% de pinus, mostra o levantamento Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura (Pevs) 2017, divulgado hoje (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A concentração está nas regiões Sul e Sudeste, que respondem, respectivamente, por 36,1% e 25,4% do valor da produção total, impulsionadas pelo setor de florestas plantadas. O líder entre os estados é o Paraná, com R$ 3,7 bilhões de valor de produção, seguido por Minas Gerais, com R$ 3,3 bilhões, e Santa Catarina, com R$ 1,8 bilhão. Do total de áreas plantadas, 41,9% do eucalipto estão na Região Sudeste e 87,7% do pinus ficam na Região Sul.

De acordo com os dados, 4.837 municípios brasileiros tiveram produção primária florestal em 2017. Em valor de produção, o destaque é Três Lagoas (MS), com R$ 389,9 milhões no ramo de floresta plantada. Em extrativismo, o destaque é São Mateus do Sul, com produção de 67 mil toneladas de erva-mate e valor de R$ 100,5 milhões.

O valor da produção florestal subiu 3,4%, alcançando R$ 19,1 bilhões. Desse valor, R$ 14,8 bilhões, ou 77,3%, são referentes à silvicultura, um aumento de 5% em relação a 2016. O extrativismo vegetal foi responsável por R $ 4,3 bilhões, ou 22,7% do total, uma queda de 1,9%.

Os produtos madeireiros respondem por 90% do valor da produção florestal do país e tiveram aumento de 3,6% no ano passado. Separados em categorias, os produtos madeireiros plantados para fins comerciais tiveram aumento de 5% e os de extração vegetal recuaram 2,7%. Segundo o IBGE, isso se deve ao maior controle na exploração das espécies nativas e ao incentivo à preservação das florestas.

Silvicultura

Em silvicultura, o Paraná se destacou com crescimento de 8,6% em 2017 e valor de produção de R$ 3,3 bilhões. Só em madeira para papel e celulose, a produção paranaense cresceu 15,6%, devido à ampliação do parque industrial no estado. Com isso, o Paraná superou Minas Gerais, que teve crescimento de 3,8% e alcançou R$ 3,2 bilhões, tendo o carvão vegetal como principal produto, que cresceu 7,4% e atingiu valor de produção de R$ 2,1 bilhões.

Entre os produtos da silvicultura, o carvão vegetal teve queda de 0,8% na produção, mas registrou aumento de 4,2% no valor, chegando a R$ 2,6 bilhões, enquanto a madeira para papel e celulose cresceu 3% na produção, mas diminuiu 1,8% no valor total, com R$ 5,1 bilhões. A produção para outras finalidades cresceu 16,6% em 2017, atingindo R$ 4,5 bilhões. O setor de lenha cresceu 4,1% na produção e 1,8% no valor, com R$ 2,3 bilhões. Na silvicultura, o único produto que teve retração em 2017 foi a casca de acácia-negra, que caiu 29,4%.

Extração de madeira em queda

Nos últimos 20 anos, a participação do extrativismo e da silvicultura no total da produção primária florestal se inverteu. Se em 1996 o extrativismo era responsável por 60% da produção florestal do país, os números vêm caindo e, desde o ano 2000, a silvicultura ultrapassou o extrativismo e continua em expansão.

Dos nove grupos de produtos extrativistas analisados, sete apresentaram queda. Os produtos madeireiros representam 64,1% do valor da produção da extração vegetal, após queda de 2,7% no ano passado. A produção de lenha de origem extrativista caiu 13,9% e a de carvão vegetal, 19,4%.

segunda maior participação no extrativismo é a de produtos alimentícios, que respondem por 27,7% do valor total da produção, após crescimento de 7,3% em 2017. O destaque é o açaí, que teve aumento de 10,5% no valor em 2017, com produção de 220 mil toneladas, e responde por 49,5% do total da produção do grupo alimentos. O maior produtor de açaí extrativo do país é Limoeiro do Ajuru (PA), com 18,2% do volume total nacional.

Em segundo lugar na extração de alimentos está a erva-mate, com 35,2% do valor da produção total do grupo, e em terceiro a castanha-do-pará, com 8,6% do valor após queda de 24,4% no volume na produção do ano passado, afetada por questões climáticas. O pinhão responde por 1,9% da produção, com volume total de 9,3 mil toneladas e valor total de produção de R$ 23 milhões. O pequi tem 1,7% do valor total no grupo, com produção total em 2017 de 21,4 mil toneladas e aumento de 39,9% no valor total da produção, que atingiu R$20,7 milhões.

As ceras são 4,8% do valor da produção extrativista e as oleaginosas respondem por 2,7% da produção.

Metrópole Digital abre seleção para 720 vagas em cursos de tecnologia da informação no RN

 

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O Instituto Metrópole Digital da Universidade Federal do Rio Grande do Norte vai selecionar estudantes de Ensino Médio para 720 vagas em cursos de formação técnica em Tecnologia da Informação (TI). As aulas serão semipresenciais e começam em 2019. Para concorrer, os candidatos podem fazer inscrições a partir de 1º de outubro. Elas seguem abertas até o dia 29 desse mesmo mês.

As vagas são distribuídas entre os polos de Natal, Mossoró, Caicó, Angicos e Pau dos Ferros. Veja o edital aqui. Do número total de vagas, 70% serão destinadas a alunos que tenham cursado o Ensino Fundamental inteiramente em escolas públicas. Dessa porcentagem, metade será reservada aos candidatos com renda familiar igual ou inferior a um salário mínimo e meio.

As inscrições devem ser realizadas unicamente via internet, no site da Comperve. O candidato deve preencher e enviar o formulário de inscrição, além de imprimir a Guia de Recolhimento da União (GRU) e pagar a taxa de inscrição, no valor de R$ 30.

Prova

Cada candidato deve escolher o pólo em que deseja realizar a prova, que deve ser realizada no dia 25 de novembro nas cinco cidades citadas no edital. O horário previsto é às 8h. Os locais de realização dos testes serão publicados no site da Comperve a partir do dia 20 de novembro.

A prova será objetiva, abordando cinco campos específicos do conhecimento: Criatividade e Inovação; Comunicação e Colaboração; Pesquisa e Gerenciamento de Informações; e Conceitos e Procedimentos em Tecnologia.

O resultado do processo está previsto para ser divulgado no dia 11 de dezembro no site da Comperve. A data e o local do cadastramento dos aprovados serão informados no “Edital de Cadastramento, Matrícula e Remanejamento”, a ser publicado no mesmo dia de publicação do resultado.

Isenção

Para solicitar isenção do pagamento da taxa de inscrição, o interessado deve, até o dia 15 de outubro, acessar o site da Comperve e requisitar a isenção, presente no formulário de inscrição, e enviar eletronicamente o formulário preenchido. O candidato deve estar inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), bem como ser membro de família de baixa renda. O deferimento da solicitação de dispensa de pagamento será divulgado em 23 de outubro, no site da Comperve.

Rejeição de Bolsonaro oscila para 43% e de Haddad sobe a 29% segundo Datafolha

 

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Líder no cenário de primeiro turno, o candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, viu sua rejeição oscilar levemente para baixo em relação ao último levantamento, divulgado no último dia 14, informou o Datafolha. Os eleitores que não votam de jeito nenhum no militar passaram de 44% para 43%. Já a rejeição ao candidato do PT, Fernando Haddad, cresceu de 26% para 29%.

A rejeição a Ciro Gomes (PDT) oscilou de 21% par 22%, a de Geraldo Alckmin (PSDB) passou de 25% para 24%. A de Marina Silva (Rede), de 30% para 32%.

O total dos que não votam de jeito nenhum em Cabo Daciolo (Patriota) oscilou de 18% para 19%. Em Vera Lúcia (PSTU), permaneceu em 19%. Em Guilherme Boulos (PSOL) ficou em 18%. O de Henrique Meirelles (MDB) se manteve em 17% e a de João Amoêdo (Novo), em 15%.

O número de eleitores que rejeitam todos os candidatos permaneceu em 4%, enquanto os que votariam em qualquer um, em 2% Não souberam ou não opinaram se mantiveram em 5%.

A pesquisa foi encomendada pelo jornal Folha de S.Paulo e pela TV Globo. Foram ouvidos 8.596 eleitores em 323 municípios de todo o País entre 18 e 19 de setembro. O nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no TSE sob o código BR-06919/2018.

Ciro é o único que derrotaria todos os rivais no segundo turno

 

O presidenciável Ciro Gomes, do PDT, é o único candidato que venceria todos os adversários no segundo turno da eleição, segundo pesquisa da Datafolha, divulgada na madrugada de hoje.

 

Nos cenários testados pelo instituto para o segundo turno, Ciro é o único que venceria confronto com Jair Bolsonaro (PSL). Conforme o levantamento, Ciro tem 45% das intenções de voto, uma vantagem de seis pontos sobre Bolsonaro, com 39%.

 

Em outros cenários para o segundo turno, Ciro ganharia de Fernando Haddad (PT), por 42% a 31%, de Geraldo Alckmin (PSDB), por 41% a 34%, e de Marina Silva (Rede), por 45% a 31%.

 

O levantamento também mostra que, no segundo turno, Bolsonaro empataria com Haddad, com 41% cada, e ficaria tecnicamente empatado com Marina (42% a 41%) e Alckmin (39% a 40%, para o tucano). Alckmin, por sua vez, venceria Haddad (39% a 35%) e Marina (39% a 36%).

 

A menos de 20 dias para o primeiro turno das eleições, marcado para 7 de outubro, a pesquisa também revelou que o eleitorado de Ciro, Alckmin e Marina são os menos convictos. Mais da metade admite escolher outro candidato, e muitos têm trocado de opção nas últimas semanas. Admitem a possibilidade de mudar de voto 57% dos eleitores de Ciro, 58% dos de Alckmin, e 70% dos de Marina.

 

Bolsonaro registrou 76% de eleitores totalmente decididos a votar nele. Já Fernando Haddad tem 75% de eleitores convictos.

 

Do total de entrevistados pelo Datafolha, 42% não souberam dizer o número certo de seu candidato.

80% dos municípios potiguares não têm política de saneamento básico

 

Apenas 33 dos 167 municípios potiguares têm uma política de saneamento básico, segundo o suplemento de saneamento da Pesquisa de Informações Básicas Municipais (Munic) de 2017, divulgado nesta quarta-feira (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Por outro lado, 63% das cidades potiguares confirmaram ocorrência de alguma doença relacionada à falta de saneamento básico, como dengue, diarreia, entre outros.

De acordo com o IBGE, a política de saneamento é um instrumento necessário para o estabelecimento de diretrizes do município. No Brasil, em 2017, o percentural de cidades que tinham a política era de 38%. No Nordeste, porém, 19%. O estado está no mesmo nível da região, com cerca de 20%.

No estado, 30 municípios têm Plano Municipal de Saneamento Básico, que deve conter diagnóstico, objetivos e metas de universalização, entre outros conteúdos. Isso equivale a 18% dos municípios do estado, média abaixo da nacional (41,5%), mas acima da média do Nordeste (16%), região com o menor percentual de municípios que têm esse instrumento de planejamento.

A pesquisa foi realizada, em 2017, nas prefeituras dos 5570 municípios brasileiros, tendo como norte a ampliação e a atualização permanente das variáveis investigadas desde 1999, quando houve sua primeira edição.

Conforme o IBGE, a gestão municipal de saneamento básico representa o conjunto de procedimentos inerentes à gestão dos serviços de abastecimento de água, de esgotamento sanitário, de manejo de águas pluviais e de manejo de resíduos sólidos, conforme a Lei Federal do Saneamento Básico (Lei n. 11.445, de 05.01.2007).

Entre as doenças causadas pela falta de saneamento mais citadas, a dengue ficou em primeiro lugar, com 52%, seguida por diarreia (50%) e Chikungunya (44%). A lista segue a tendência nacional. No Brasil, distintamente, 34,7% dos municípios informaram a ocorrência dessas endemias ou epidemias.

Fonte: G1 RN

Haddad está no segundo turno, mas Bolsonaro vai cair, diz Alckmin

 

Fonte: Blog do BG

O candidato Geraldo Alckmin (PSDB) afirmou nesta quarta-feira (19) que o PT já está no segundo turno com Fernando Haddad, mas o líder das pesquisas, Jair Bolsonaro (PSL), não.

“A curva do candidato do PT é ascendente. A do Bolsonaro não. Ele já está no teto e deverá cair”, disse, em São Paulo após participar de evento da revista Veja.

Na véspera, pesquisa do Ibope mostrou que Haddad cresceu 11 pontos, isolando-se em segundo lugar. Bolsonaro permanece em primeiro.

Parte da intenção de voto no capitão reformado do Exército “não é dele, é anti-PT”, argumentou o tucano.

Os eleitores pretendem votar em Bolsonaro achando que ele poderá derrotar Haddad, mas “eu enxergo de maneira contrária”, assinalou Alckmin. “Ele é um passaporte para a volta do PT, o único que perde para o PT.”

Alckmin observou que 30% do voto espontâneo ainda está indefinido. “A campanha está em aberto. E está por ondas. Já teve a onda Marina, a onda Ciro, a onda Haddad. O que vale é a onda final”, disse.

Para atrair parte do eleitorado de direita que hoje está na órbita de Bolsonaro, o tucano tenta se colocar como único antipetista viável. Ele resolveu subir o tom dos ataques após ultimato do centrão na terça (18), como antecipado pela Folha.

Nessa linha, pintou um cenário “de escuridão” em caso de vitória tanto de Haddad quanto de Bolsonaro. “Nós vamos bater, vamos mostrar os dois equívocos que o Brasil pode trilhar”, afirmou no evento.

O candidato do PSL, classificou, “é um salto no escuro, uma coisa inimaginável, o retrato do corporativismo, um atraso”.

O tucano chamou de horrorizante a declaração de Hamilton Mourão, candidato a vice de Bolsonaro, sobre filhos criados por mães e avós supostamente serem desajustados.

“O camarada não merece nem comentário. As mulheres são heroínas. É uma ofensa às mães e avós. Mostra bem a cabeça dessas pessoas”, atacou.

Alckmin responsabilizou o PT. “O radicalismo do PT é que criou o extremismo do outro lado”, sustentou. “A responsável pelos 13 milhões de desempregados é a Dilma, quem aliás escolheu o Temer.”

“O PT é a escuridão. Um partido voltado ao poder, a si mesmo e a Lula”, criticou.

Sobre combate ao tráfico e crime organizado, disse que vai “comprar essa briga, entrar para valer”.

Alckmin negou que vá procurar Henrique Meirelles (MDB) e Alvaro Dias (Podemos), que fragmentam o eleitorado considerado de centro, para demovê-los de continuar na disputa. “Jamais geraríamos esse constrangimento”, rebateu.

O tucano afirmou que “de jeito nenhum” recriaria se eleito a CPMF, como sugeriu Paulo Guedes, economista de Bolsonaro, em declaração revelada pela colunista Mônica Bergamo, da Folha.

“Vou reduzir a carga tributária”, prometeu. Ao defender ajuste nas contas públicas, o tucano criticou excessos e privilégios. “É a cultura da ‘otoridade’. Dinheiro público esbanjado para todo lado.”

Leo Santana revela que fará parceria musical com Anitta

 

Fonte: OFuxico

O Carnaval de 2019 já tem uma parceria de sucesso confirmadíssima! Leo Santana e Anitta farão uma música juntos especialmente para a data e estão acertando todos os detalhes.

Em entrevista para a Gazeta FM, na última terça-feira (18), o cantor contou como está rolando a preparação para esse novo hit.

“A gente ainda não escolheu de fato a música, estamos no bate-bola constante no ‘zap’. Estamos tendo todo o cuidado para acertar na música, até porque é a primeira parceria da gente, então a gente tem que acertar de fato”, comentou o artista.

E essa não é a única novidade de Leo! Ele também está planejando a gravação de um novo DVD logo após o período de festas.

“Estamos em dúvida se é no Rio de Janeiro ou em Goiânia”, revelou.

Durante a conversa, o cantor ainda falou que ficou lisonjeado com a indicação de melhor cantor no prêmio Multishow e quase não acreditou quando soube disso.

“Para mim, é uma grande conquista e isso me valoriza também, né? Com fé em Deus, eu vou ganhar”, finalizou.