CBF vai liberar imagens de revisão do VAR durante as transmissões

 

Fonte: Tribuna do Norte

A CBF anunciou nesta segunda-feira que as revisões do VAR durante as partidas do Campeonato Brasileiro terão as imagens liberadas para o público no momento em que elas estiverem ocorrendo. A medida passará a valer a partir da primeira rodada do returno.

O anúncio foi feito pelo presidente da Comissão de Arbitragem da confederação, Leonardo Gaciba. O áudio das conversas entre o árbitro de campo e os que estiverem operando o vídeo na cabine, contudo, seguirá restrito à equipe.

De acordo com Gaciba, apesar das críticas ao árbitro de vídeo, o balanço na entidade é positivo. Nos 139 jogos realizados até a 14ª rodada do Brasileirão, 764 checagens de vídeo foram feitas, além de 87 revisões – quando o árbitro vai até o monitor. “Em 90% das vezes as decisões tomadas no campo de jogo são consideradas corretas”, comentou o ex-árbitro.

O total de revisões à beira do gramado representou 69 mudanças de decisão, número equivalente a 21,6% de alteração em relação ao que havia sido inicialmente decidido. As revisões incluem 27 correções em lances de pênalti.

Logo após o balanço parcial do VAR, a CBF lançou uma campanha de respeito à arbitragem. “Não acho tolerável ofensas e desrespeito apenas por ser no futebol, que dizem ser uma paixão”, afirmou o presidente da entidade, Rogério Caboclo. A campanha será veiculada na mídia, nos estádios e nas redes sociais.


Vacinação de cães e gatos contra a raiva começa a ser feita em Natal

 

Fonte: Tribuna do Norte

O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) deu início nesta segunda-feira, 19, a vacinação antirrábica doméstica e em pontos fixos para cães e gatos que tem a partir dos três meses de idade. A cobertura vacinal feita pelo CCZ contempla as áreas de maior risco de transmissão da enfermidade e seguem até dia 18 de outubro. O dia D da campanha está marcado para o dia 28 de setembro.

A estratégia é disponibilizar postos volantes dinâmicos, que mudarão semanalmente com a vacinação porta a porta, além de pontos fixos. No modelo doméstico, serão atendidos os bairros de Felipe Camarão, Mãe Luiza, Passo da Pátria, África, Caina, Sítio Pajuçara, Loteamento Aliança e Planalto.
A ação se estende até a sexta-feira, 23, nos pontos fixos ficarão no Centro de Referência da Assistência Social (CRAS), na Associação dos Moradores de Ponta Negra e Alagamar (AMPA); em Neópolis no Conselho Administrativo do Conjunto Residencial de Neópolis; no Jiqui, Pirangi, Candelária, Nova Descoberta com ponto fixo na Unidade de Saúde de Nova Descoberta; Lagoa Nova, Planalto e Pitimbu com ponto fixo na ONG Amigos do Bem e no DS Leste.

O Centro de Controle de Zoonoses está realizando a vacinação para as pessoas que têm mais de cinco animais e condomínios, bastando ligar para o número (84) 3232 8236 para agendamentos. 

Senado resiste a nome de Eduardo para embaixada nos Estados Unidos

 

Fonte: Tribuna do Norte

Levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo explica a cautela com que o presidente Jair Bolsonaro tem tratado a indicação do filho Eduardo para a embaixada do Brasil em Washington. Hoje, ele não teria o mínimo de 41 votos no plenário do Senado para ser aprovado para o comando da representação diplomática mais importante do País no exterior. Dos 81 senadores, 30 responderam que pretendem votar contra o nome do “filho 03” do presidente, ante 15 que disseram ser a favor.

Outros 35 não quiseram responder (28) ou se colocaram como indecisos (7). Sem votos certos, Bolsonaro afirmou na semana passada que só irá oficializar a escolha quando Eduardo “sentir” que tem o apoio majoritário dos senadores.

Pelas regras em vigor, primeiro Eduardo terá de ser sabatinado na Comissão de Relações Exteriores da Casa. Depois, seu nome precisa passar por uma votação secreta no colegiado, seguida de outra votação, também secreta, no plenário do Senado. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP) – que tem trabalhado pela aprovação do deputado – não vota.

Maior bancada do Senado, com 13 parlamentares, o MDB engrossa a rejeição à indicação de Eduardo. Seis senadores disseram ser contrários à iniciativa do presidente. Entre os críticos da medida, estão caciques do partido como Renan Calheiros (AL) e Jarbas Vasconcelos (PE). “Sou contra o nepotismo. Sempre fui contra esse tipo de prática na minha vida inteira. Não vou mudar agora”, disse Vasconcelos. A rejeição dos emedebistas é igual, em número de votos, à do PT. Toda a bancada petista diz que vai votar contra a indicação.

Para tentar quebrar resistências, Eduardo – que é presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara – iniciou um périplo pelos gabinetes atrás de apoio dos senadores. O deputado afirmou estar “esperançoso”, enquanto Bolsonaro tem dado declarações frequentes em defesa do filho. “Pretendo beneficiar filho meu, sim. Se eu puder dar um filé mignon ‘pro’ meu filho, eu dou”, disse ele, no mês passado, em transmissão em rede social.

A sugestão para o périplo partiu do próprio presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, Nelsinho Trad (PSD-MS). “Falei para ele (Eduardo) ir a todos os gabinetes, até os da oposição, e ele falou que iria.” Mesmo na comissão, o placar ainda está apertado. Dos 18 integrantes, seis já declararam que votarão contra a indicação e somente três a favor.

Apontado como possível relator da matéria no colegiado, o senador Chico Rodrigues (DEM-RR) afirmou ser favorável à indicação de Eduardo. “O próprio presidente (Donald) Trump o chamou de brilhante”, disse. No começo deste mês, os Estados Unidos formalizaram o aval para a indicação de Eduardo como embaixador em Washington. “Mesmo com uma certa resistência, vejo o clima como favorável para a aprovação (do nome de Eduardo).”

Parecer

Os parlamentares de oposição ganharam um trunfo para barrar a indicação. A consultoria legislativa do Senado elaborou um parecer afirmando que a escolha do deputado, se formalizada pelo pai, configuraria nepotismo – favorecimento indevido de parentes por um agente público. Com base no documento, solicitado pelo senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), senadores articulam a apresentação de um parecer alternativo ao que deve ser apresentado por Chico Rodrigues.

Em outra frente, o líder da minoria no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), fala em recorrer à Justiça e ao Supremo Tribunal Federal. “O (Jair) Bolsonaro não pode administrar o País como o quintal da casa dele”, afirmou o senador.

Último embaixador do Brasil em Washington, Sergio Amaral afirmou que, em função da negociação de novas alianças entre os países, o novo embaixador terá papel importante. “Haverá uma agenda muito grande de trabalho”, disse ele, que não quis comentar a indicação de Eduardo. Ex-embaixador nos EUA entre 1999 e 2004, Rubens Barbosa defendeu priorizar interesses acima de partidos e ideologias. “O que conta é ter acesso e influência”, escreveu em artigo no jornal O Estado de S. Paulo. Colaboraram Paulo Beraldo Daniel Weterman e Mariana Haubert

Itep vai usar tecnologia 3D para reconstrução facial de cadáveres não identificados no RN

 

Fonte: G1 RN

Recurso será aplicado com software desenvolvido pelo professor Cícero Morais, que é especialista em reconstrução facial forense.

O Instituto Técnico-Científico de Perícia do Rio Grande do Norte (Itep-RN) vai começar a utilizar tecnologia 3D para fazer a reconstrução facial de cadáveres não identificados no estado. O uso desse método acontece após parceria com o professor Cícero Morais, que é designer 3D e especialista em reconstrução facial forense – ele irá fornecer de forma gratuita os softwares que desenvolveu ao Itep.

O novo recurso vai possibilitar reconstruir a face em crânios encontrados em cenas de crimes, aproximando com a fisionomia real e identificando o cadáver que foi encontrado em decomposição. “Conseguimos atender várias demandas, entre elas a da perícia criminal com a aproximação da fisionomia da face de um cadáver e até mesmo de um corpo inteiro”, explicou o professor Cícero Morais.

O novo recurso poderá ser usado ainda de outras formas. “Há a possibilidade ainda de utilizar a fotogrametria, que possibilita a partir de fotografias de um objeto, reconstruí-lo em 3D. Podemos ainda importar e converter tomografias, separando áreas especificas como osso, tecido, dentes, o que permite, também na área pericial, digitalizar cenas de crime para fazer aproximações de acidente de trânsito, por exemplo”, completou o professor.

Segundo o diretor do IML e coordenador do Núcleo de Antropologia Forense do Itep-RN, Fernando Marinho, o recurso, a princípio, vai ser utilizado apenas para reconstrução facial. “Inicialmente iremos empregar esses conhecimentos técnicos nos casos de ossadas não identificadas visando à reconstrução facial com o objetivo de futura identificação”, explicou Fernando Marinho.

Esse será a primeira vez em que o trabalho de reconstituição facial forense usará de forma oficial os programas desenvolvidos pelo professor. “A parceria irá permitir que o conhecimento seja repassado a outros técnicos para suprir as demandas do Instituto de forma mais apurada e com maior rapidez”, acredita Cícero Morais.

Dia vira ‘noite’ em SP com frente fria e fumaça vinda de queimadas na região da Amazônia

 

Fonte: G1

A cidade ‘está dentro de uma nuvem’, segundo o Inmet. Fumaça de queimadas contribuiu para escuridão, diz Climatempo. O tema “são 15h” em São Paulo acompanhado de fotos com o céu muito escuro para o horário é um dos trending topics do Brasil.

São Paulo começou a tarde desta segunda-feira (19) com o céu encoberto por nuvens e o “dia virou noite”. O fenômeno está relacionado à chegada de uma frente fria e também de partículas oriundas da fumaça produzida em incêndios florestais.

Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE), por conta do tempo úmido e da entrada de ar de origem polar, a temperatura caiu moderadamente desde as primeiras horas da madrugada.

De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), além da frente fria, a escuridão também é causada pela fumaça de queimadas na região amazônica.

“O material particulado, oriundo da fumaça produzida por esses incêndios silvestres de grande porte que estão acontecendo na Bolívia, conjugado com o ar frio e úmido que está no litoral de São Paulo, causou a escuridão”, diz Franco Vilela, meteorologista do Inmet.

Além disso, a cidade “está dentro de uma nuvem” por causa da atuação de duas massas com temperaturas diferentes.

“Isso acontece por conta dessa convergência de massas tão diferentes. A frente fria da capital, junto com as temperaturas amenas que vêm do oceano e do vento quente do interior, provocam essa turbulência e isso baixou o nível da nuvem. Assim, nós estamos dentro de uma nuvem,” diz Helena Balbino, meteorologista do Inmet.

Segundo o Climatempo, a fumaça proveniente de queimadas na região amazônica, nos estados do Acre e Rondônia e na Bolívia, chegou a São Paulo pela ação dos ventos.

“A fumaça não veio de queimadas do estado de São Paulo, mas de queimadas muito densas e amplas que estão acontecendo há vários dias em Rondônia e na Bolívia. A frente fria mudou a direção dos ventos e transportou essa fumaça pra São Paulo”, diz Josélia Pegorim, meteorologista do Climatempo.

“Aqui na região da Grande São Paulo a gente teve a combinação desse excesso de umidade com a fumaça, então deu essa aparência no céu”, completou.

No final de semana, a direção do vento estava levando a fumaça para o Sul do Brasil. Com a chegada da frente fria no Sudeste, a fumaça começou a ser direcionada para o estado de São Paulo, segundo o Climatempo.

Os meteorologistas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que também monitora o clima no país, ainda não verificaram influência das queimadas no aumento na nebulosidade que tornou o céu da capital tão escuro.

“O vento até pode trazer essa fumaça de queimadas, mas teria que ser bem intenso o incêndio. Geralmente, isso ocorre mais com fumaça de vulcões”, diz Caroline Vidal, meteorologista do Inpe.

O tema “são 15h” em São Paulo acompanhado de fotos com o céu muito escuro para o horário é um dos trending topics do Twitter no Brasil.

Previsão do tempo

De acordo com as estações meteorológicas automáticas do CGE, os termômetros apontam 16°C em Perus, na Zona Norte, e 13°C em Parelheiros, no extremo da Zona Sul. A umidade relativa do ar nesses locais é respectivamente de 85% e 100%. O Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul, funciona normalmente.

Nas próximas horas o tempo seguirá fechado e chuvoso. Com os fortes ventos, a sensação de frio irá aumentar e áreas de instabilidade que se deslocam do interior para a capital podem provocar chuvas com “moderada intensidade”.

Durante a noite, chuvas com forte intensidade e trovoadas e rajadas de vento podem atingir a capital paulista.

Vila das Belezas, na Zona Sul de São Paulo, também fica escura — Foto: Ana Paula Campos/TV Globo

Vila das Belezas, na Zona Sul de São Paulo, também fica escura — Foto: Ana Paula Campos/TV Globo

Dia vira noite em São Paulo nesta segunda — Foto: Glauco Araújo/G1

Dia vira noite em São Paulo nesta segunda — Foto: Glauco Araújo/G1

Avenida Chucri Zaindan nesta segunda — Foto: Paulo Guilherme/G1

Avenida Chucri Zaindan nesta segunda — Foto: Paulo Guilherme/G1

Céu encoberto no bairro do Paraíso, na Zona Sul de São Paulo, às 15h40 desta segunda (19) — Foto: Tomás Rosolino/Arquivo pessoal

Céu encoberto no bairro do Paraíso, na Zona Sul de São Paulo, às 15h40 desta segunda (19) — Foto: Tomás Rosolino/Arquivo pessoal

Região de Pinheiros com céu encoberto por nuvens.  — Foto: Priscila Yazbek/GloboNews

Região de Pinheiros com céu encoberto por nuvens. — Foto: Priscila Yazbek/GloboNews

UFRN abre inscrições para ocupação de 448 vagas residuais

 

Fonte: G1 RN

Estudante pode se inscrever no processo seletivo até o dia 9 de setembro.

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte abriu nesta segunda-feira (19) inscrições para a ocupação de 448 vagas residuais nos cursos de ensino superior da instituição. O aluno pode se inscrever para concorrer a uma das vagas até o dia 9 de setembro e o custo é de R$ 30.

As inscrições são feitas através do site da Comissão Permanente do Vestibular (Comperve) da UFRN.

Ao todo, são 448 vagas oferecidas que estão distribuídas nos campi de Natal, Caicó, Currais Novos, Macaíba e Santa Cruz. As provas acontecem no dia 29 de setembro.

Para se candidatar, é preciso possuir vínculo ativo em algum curso de graduação, ser formado em alguma graduação ou ser ex-aluno de graduação da UFRN. No edital, é possível ver quais cursos têm vagas disponíveis.

O processo seletivo será composto por prova escrita objetiva de língua portuguesa e matemática, além de redação e prova de títulos. As vagas residuais são geradas por cancelamentos de curso, conforme o Regulamento dos Cursos Regulares de Graduação da UFRN.

Rio Grande do Norte está fora do surto de sarampo, por enquanto

 

Fonte: Agora RN

Dois casos já diagnósticos e outros caso sob suspeita. Embora o Rio Grande do Norte, com esses números, ainda esteja fora da lista de estados atingidos pelo surto de sarampo, estima-se que menos de um a cada dez episódios da doença são notificados para a Organização Mundial da Saúde. No Brasil, o sarampo é uma doença de notificação compulsória desde 1968. Só até 1991, o país enfrentou nove epidemias, sendo uma a cada dois anos, em média.

O maior número de casos notificados foi registrado em 1986 (129.942), representando uma taxa de incidência de 97,7 por 100 mil habitantes. Até o início da década de 1990, a faixa etária mais atingida foi a de menores de 15 anos.

Antes disso, até o final dos anos 70, essa virose era uma das principais causas de morte entre as doenças infectocontagiosas, sobretudo em menores de cinco anos, por causa de complicações, principalmente a pneumonia.Já na década de 1980, houve um declínio gradativo no número de mortes, segundo o Ministério da Saúde, com 15.638 registros. Essa redução foi atribuída ao aumento da cobertura vacinal e à melhoria da assistência médica ofertada às crianças com complicações pós – sarampo.

Na década de 1990, ocorreram 822 mortes, ou seja, cerca de um vigésimo do registrado da década anterior.Em 1992, o Brasil adotou a meta de eliminação do sarampo para o ano 2000, com a implantação do Plano Nacional de Eliminação do Sarampo, cujo marco inicial foi à realização da primeira campanha nacional de vacinação contra a doença.

Em 1997, depois de um período de quatro anos de relativo controle, observou-se o recrudescimento do sarampo no país, iniciando com surtos em São Paulo e expandindo-se para todos os estados, com 91.810 casos notificados, 53.664 confirmados, com taxa de incidência de 32,6 por 100mil/hab. E 61 óbitos.

Vacinação baixa contribui para acelerar a incidência de casos

Em 2017, apenas 79% do público-alvo recebeu as duas doses. Para evitar surtos, a meta é chegar a 95%. Dados da OMS e da Unicef informam que, em 2018, 69% das crianças no mundo receberam a segunda dose.

Segundo os especialistas, uma cobertura, outra enfermidade prevenível com as vacinas tríplice e tetravirais. Alguns casos isolados dessa infecção já surgiram na América Latina.

Por causa dos surtos, até bebês de 6 meses a 1 ano estão sendo orientados a tomar a vacina contra o sarampo se forem para locais com casos notificados. Além disso, muitos adultos acham que estão imunizados quando, na realidade, não cumpriram o calendário de vacinação direito.

A doença pelo mundo

Em relatório divulgado no último dia 12 de agosto, a Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que 364 808 casos de sarampo foram notificados de janeiro a julho de 2019, em 181 países. O número é quase três vezes maior do que o do mesmo período de 2018 – na ocasião, foram 129 239 infecções.

A África foi o continente com maior aumento de casos: 900% a mais! Os piores surtos no momento estão acontecendo em Angola, Camarões, Chade, Cazaquistão, Nigéria, Filipinas, Sudão e Tailândia.

Apenas o sudeste da Ásia e a região das Américas tiveram uma redução de 15% nos episódios de 2018 para 2019. Em sentido contrário, o Brasil segue com 907 confirmados entre 5 de maio e 3 de agosto, segundo o Ministério da Saúde. Eles estão concentrados em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia.

Perguntas importantes que ajudam a prevenção

Quais os sintomas do sarampo?

O sarampo apresenta os seguintes sintomas: febre acompanhada de tosse persistente, irritação ocular, coriza e mal-estar intenso. Logo depois, as manchas avermelhadas no rosto, que progridem em direção aos pés, costumam dar as caras.

Não há tratamento específico para o sarampo. O próprio corpo lida com o vírus, embora os médicos possam lidar com os sintomas e consequências dele.

Quem não sabe se já tomou a vacina deve se imunizar?

Se não há comprovação de vacinação prévia, é importante tomar todas as doses recomendadas, sim. Elas estão disponíveis na rede pública – mais abaixo, você verá o protocolo adequado para cada idade.

Caso a pessoa tome uma dose adicional, há risco para a saúde?

Não. As reações alérgicas, raríssimas, tendem a aparecer na primeira dose.

A vacina do sarampo protege contra outras doenças?

Sim. A versão tríplice viral estimula a produção de anticorpos contra sarampo, rubéola e caxumba. Já a tetra viral também afasta o risco de catapora (varicela).

Há algum componente na vacina do sarampo capaz de desencadear reação alérgica?

Embora seja raro, componentes do imunizante podem causar reações alérgicas em indivíduos predispostos. O produto contém as seguintes substâncias potencialmente alergênicas: albumina humana, sulfato de neomicina (antibiótico), gelatina e traços de proteína do ovo de galinha. No Brasil, uma das vacinas empregadas na rede pública carrega traços de lactoalbumina (uma proteína do leite de vaca).

Quais os cuidados que os pacientes alérgicos devem ter?

Foi demonstrado, em muitos estudos, que mesmo pessoas com alergia grave ao ovo possuem um risco baixíssimo de reações anafiláticas após tomarem suas doses contra o sarampo. No entanto, é indicado que esses indivíduos, por precaução, sejam vacinados em locais que ofereçam condições de atendimento de anafilaxia.

Crianças com alergia grave ao leite de vaca (reações imediatas como anafilaxia) não devem receber a vacina tríplice viral, que contém lactoalbumina.

Pelo sim, pelo não, os alérgicos a algum componente do imunizante podem conversar com seu médico antes de irem para o posto.

 Quantas doses da vacina é preciso tomar e quando?

O esquema vacinal contra o sarampo para crianças é de uma dose aos 12 meses (tríplice viral) e outra aos 15 meses (a tetra viral) de idade. Para quem tem até 49 anos que não cumpriu esse esquema, as recomendações do Ministério da Saúde são as seguintes: até os 29 anos: duas doses, da tríplice ou tetra viral; dos 30 aos 49 anos: dose única, da tríplice ou tetra viral. Quem já tomou duas dessas injeções durante a vida não precisa mais se preocupar. Mas em caso de surtos – ou mesmo durante campanhas de reforço da vacinação –, é conveniente tomar uma dose adicional. As duas doses padrão garantem uma proteção de mais ou menos 90% contra o sarampo. E uma terceira poderia melhorar ainda mais as barreiras imunológicas.

Treze/PB vence Confiança/SE e rebaixa ABC à Série D com uma rodada de antecedência

 

Fonte: Tribuna do Norte

O ABC está rebaixado para Série D com uma rodada de antecedência. O rebaixamento foi decretado na tarde deste domingo, 18, após vitória do Treze/PB, fora de casa, contra o Confiança/SE por um a zero. O gol solitário do duelo foi marcado por Diego Ceará, aos 33 da segunda etapa.

Com o vitória, o clube paraibano chegou aos 18 pontos, assumiu a 8ª colocação do Grupo A da Série C. Por sua vez, o ABC, após o empate deste sábado contra o Sampaio Corrêa/MA por 1 a 1, dentro do Frasqueirão chegou aos 15 pontos. Mesmo que vencesse o Globo FC, que também luta contra o rebaixamento, na última rodada, o Alvinegro potiguar não tem mais condições matemáticas de ultrapassar o rival paraibano da tabela de classificação, pois só pode chegar aos mesmos 18 pontos que o Treze/PB já tem, porém só teria acumulado quatro vitórias – o clube paraibano já tem 5.

O resultado do Treze/PB, no entanto, não garante o clube na próxima edição da Série D. Com uma vaga em aberto no rebaixamento, a disputa do clube de Campina Grande agora é com o Globo FC, que tem 16 pontos na tabela e entra em campo às 18h deste domingo contra o Santa Cruz, em Recife/PE, ainda pela penúltima rodada. No próximo final de semana, confrontos regionais, ambos no sábado, 24, às 17: No Amigão, em Campina Grande/PB, Treze/PB e Botafogo medem forças, enquanto em Ceará-Mirim/RN, Globo FC recebe o ABC. 


RN tem chuvas 17,9% abaixo da média histórica em julho

 

Fonte: G1

A Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn) divulgou nesta sexta-feira (16) a análise das chuvas ocorridas ao longo do mês de julho. Segundo a Unidade Instrumental de Meteorologia da Emparn, no estado como um todo, eram esperados valores acumulados próximos de 78,2 milímetros, mas chuva observada foi de 60,3 mm.

A redução de chuvas no interior foi observada tanto no interior, quanto na faixa leste, e ficou 17,9% abaixo da média esperada para o mês de julho.

“Quando se analisa os índices pluviométricos observados em julho de 2019, observou-se que em praticamente todas as regiões do RN os desvios foram negativos ou próximo disso, isto é, choveu menos do que o normal. Os maiores desvios negativos ocorreram nas Mesorregiões Oeste e Leste, e no Estado como um todo o desvio ficou em -17,9 % abaixo do normal”, explicou o chefe da Unidade, o meteorologista Gilmar Bristot.

Na mesorregião Leste do RN, umas das regiões aonde climatologicamente tem ocorrência maior de chuvas neste mês, a chuva esperada foi de 176,8 mm, enquanto que a observada foi de 123,4mm, representando um desvio negativo de 30,2%.

Embora as regiões do Trairi e no Seridó tenham climatologicamente índices pluviométricos baixos neste mês, essas regiões registraram desvios percentuais positivos como Monte das Gameleiras (147,9mm), Santa Cruz (90,5mm), Cruzeta (40,5mm) e São José do Seridó (38,0mm). De acordo com a análise, o município de Canguaretama, da Mesorregião Leste, foi o que registrou maior volume de chuvas, com 267,7mm.

RN tem chuvas 17,9% abaixo da média histórica em julho — Foto: Anderson Barbosa/G1

RN tem chuvas 17,9% abaixo da média histórica em julho — Foto: Anderson Barbosa/G1

Minha Casa, Minha Vida tem R$ 470 milhões em repasses atrasados, dizem construtoras

 

Fonte: Folha de São Paulo

Nas contas do presidente da Cbic, José Carlos Martins, 200 mil trabalhadores podem ser afetados diretamente pelos atrasos

O programa habitacional Minha Casa, Minha Vida acumula R$ 470 milhões em repasses atrasados e deve faltar dinheiro para pagar as construtoras até o final do ano, afirmou, nesta quinta-feira (15), o presidente da Cbic (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), José Carlos Martins.

Martins participou de uma audiência pública na Câmara sobre a utilização dos recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). Segundo ele, o atraso diz respeito a imóveis da faixa 1, que atende famílias com renda de até R$ 1.800.

No segmento, 90% do valor do imóvel é financiado com recursos do OGU (Orçamento Geral da União). Ele reclama da liberação feita pelo Ministério de Desenvolvimento Regional, responsável por distribuir o dinheiro do programa de habitação. Dos R$ 240 milhões do orçamento do MDR em agosto, só R$ 90 milhões foram destinados ao MCMV, disse.

“Se tivesse sido distribuído recurso na mesma proporção do orçamento, teria um atraso mínimo, estaria todo mundo feliz. No entanto estão sendo pagos compromissos anteriores”, afirmou.

De acordo com Martins, o ministério está carregando dívida e pagando obras do PAC (programa de aceleração do crescimento) com dinheiro do Minha Casa, Minha Vida. Nas contas do presidente da Cbic, 200 mil trabalhadores podem ser afetados diretamente pelos atrasos. “As empresas não estão mais aguentando, elas não têm fôlego”, disse.

Ele avaliou que a situação vai piorar até o final do ano. No último trimestre do ano, o orçamento mensal disponível para o MDR é de R$ 90 milhões. Só o Minha Casa, Minha Vida exigiria R$ 350 milhões por mês, afirmou. “É uma conta que não fecha. E está lá o povo contratando, pagando imposto atrasado, emitindo nota. Nem dinheiro para dispensar tem agora.”

Na quarta-feira (14), o Ministério do Desenvolvimento Regional publicou portaria em que reduziu a R$ 450 milhões no ano o subsídio do governo às faixas do programa que usam recursos do fundo.

Esse subsídio é aplicado às faixas 1,5 e 2 do MCMV, voltadas a famílias com renda de R$ 1.800 a R$ 4.000. Nesses segmentos, 90% do subsídio vem de recursos do FGTS e 10%, do OGU. Para o ano inteiro, o valor seria de R$ 900 milhões —o que caiu à metade agora.

“Isso significa que haverá menos contratação. Não existe aporte extra do FGTS”, disse Martins. “Não vai poder financiar a mesma quantidade de unidade que estavam previstos.”

Em nota, o MDR diz que cumpre rigorosamente a destinação de recursos à área de habitação popular.

Segundo o ministério, no primeiro semestre o volume de investimentos para o programa somou R$ 2,54 bilhões, sendo R$ 2,06 bilhões à faixa 1 —a previsão, respeitando a proporcionalidade orçamentária estabelecida pela lei, era de R$ 2,09 bilhões, segundo o comunicado.

Para as faixas 1,5 e 2, o ministério diz ter repassado R$ 395 milhões ao FGTS, superando a expectativa de subsídios, que era de R$ 336 milhões.

Em julho, o MDR diz ter pedido à equipe econômica mais recursos ao programa habitacional.

Sobre as mudanças nos subsídios estabelecidas pela portaria, o ministério diz que vão ampliar a disponibilidade de recursos para a faixa 1 e novas contratações das faixas 1,5 e 2 com o saldo remanescente do FGTS.

O programa tem sofrido atrasos frequentes ao longo do ano. Em abril, construtoras ameaçaram parar diante de um desembolso atrasado estimado em R$ 550 milhões à época. O governo liberou recursos para resolver o problema. Diante da possibilidade de derrota na Câmara dos Deputados de um projeto de crédito suplementar de R$ 248,9 bilhões, em junho, também se comprometeu a liberar R$ 1 bilhão para o programa.

Os atrasos ocorrem em meio a discussões de uma reformulação doMCMV. Até agora, o governo não apresentou projeto que vai mudar as regras para o programa habitacional. Em junho, o ministro Gustavo Canuto (Desenvolvimento Regional) apresentou, em comissão na Câmara, uma proposta de limitar o acesso ao MCMV a famílias que tenham renda até sete salários mínimos (R$ 6.986 atualmente, sem considerar fator de localização).

Ele propôs ainda reformulações que incluem capacitação profissional dos atendidos e redução dos subsídios do governo federal no programa.

Se a mudança entrar em vigor, na prática as famílias que ganham mais de sete salários mínimos (R$ 6.986) e menos que R$ 9.000 deixam de ter acesso a taxas de juros menores que as praticadas em financiamentos com recursos da poupança, o chamado SBPE, e pelo mercado imobiliário.

O Ministério da Economia também discute mudanças no programa habitacional. O subsídio do governo estaria vinculado à doação de terrenos da União, por exemplo.