Clubes e CBF definem empresas por contrato internacional de R$ 209 mi do Brasileiro

Clubes da A e B devem dividir uma fatia de R$ 209 milhões por este compromisso.

Clubes da A e B devem dividir uma fatia de R$ 209 milhões. Foto: CBF

A Comissão Nacional de Clubes  e a CBF concluíram na tarde desta sexta-feira (17) a primeira fase do processo de seleção para a exploração dos direitos internacionais e para “streaming for betting” de transmissão do Campeonato Brasileiro. Além de representantes da entidade máxima do futebol nacional, 31 clubes das Séries A e B registraram presença na reunião realizada por videoconferência que definiu as empresas vencedoras da concorrência.

O processo iniciado há 10 meses avançou após votação dos clubes perante os projetos apresentados por um grupo técnico, com membros das diretorias de equipes envolvidas nesta comissão nacional. A CBF, segundo afirma em nota, abriu mão de participação econômica nos contratos para favorecer os clubes, que devem dividir uma fatia de R$ 209 milhões por este compromisso.

A comissão de equipes avaliou modelos de negócio de distribuição do campeonato, sistema de remuneração e inovação tecnológica para chegar às empresas que vão disputar a concorrência pelos direitos de transmissão do Brasileirão fora do país.

Assim, a Global Sports Rights Management (GSRM) terá os direitos internacionais em televisão aberta, fechada, pay-per-view, internet e OTT-streaming. A Zeus Sports Marketing e Stats Perform conquistou o direito nas plataformas de “streaming for betting”.

Aprovadas em primeira fase, as empresas vão ser avaliadas para validar o trabalho e garantir financeiramente o processo na casa dos R$ 209 milhões. Somente após esta etapa e a formalização de todos os detalhes contratuais, a CBF e os clubes vão dar a disputa como encerrada. O compromisso próximo de ser firmado tem quatro anos (vai até 2023).

Em nota, a CBF assegura que os “modelos de negócio selecionados contemplarão pagamento de garantia mínima e, em relação aos direitos internacionais de transmissão, divisão de receita por performance de vendas”. Os clubes também vão participar da gestão destes direitos de transmissão.

Os contratos ainda contemplam áreas como branding, identidade visual e ações de ativação do Brasileirão no mercado global, além de reforçar o combate a qualquer tipo de pirataria.

Folhapress


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