Conselhos de Educação Física e Nutrição apresentam denúncia para caso de exercício ilegal das duas profissões em Natal

As duas entidades pediram abertura de inquéritos para apuração dos casos

Conselhos de Educação Física e Nutrição pedem apuração de denúncias. Foto: Divulgação

O Conselho Regional de Educação Física da 16ª Região e o Conselho Regional de Nutricionistas da 6ª Região apresentaram denúncia conjunta na Delegacia Geral de Polícia Civil do Rio Grande do Norte solicitando a abertura de inquérito contra um homem de Natal que atua nas duas profissões de forma ilegal, vendendo pacotes de dietas e treinos através da internet. Ele vinha sendo acompanhado pelas fiscalizações dos dois conselhos. O denunciado promete resultados imediatos e apresenta várias formas de pagamento pelos serviços. Ele já foi identificado pelos dois conselhos profissionais.

Os presidentes do CREF16/RN, Francisco Borges de Araújo, e do CRN-6, Samuel Paulino, se encontraram na sede do Conselho de Educação Física, em Natal, e seguiram para a Degepol para entregar a denúncia com as informações levantadas pelos departamentos de fiscalização dos dois conselhos. A denúncia vai ser encaminhada para a Diretoria de Polícia da Grande Natal – DPGran.

Na semana passada, O Conselho Regional de Educação Física da 16ª Região já havia divulgado o resultado do trabalho intensificado de fiscalização do exercício ilegal da profissão na internet, que encontrou mais de 100 pessoas atuando ilegalmente. Ao serem identificadas, essas pessoas vão ser denunciadas e deverão responder na justiça.

A atuação de falsos profissionais, tanto na educação física quanto na nutrição, pode significar sérios riscos à saúde. O CREF16/RN e CRN-6 vão passar a realizar ações coordenadas para combater o exercício ilegal e orientam a sociedade sobre a importância de solicitar o número de registro e a apresentação da cédula de identificação do profissional contratado, para que se possa evitar a ação de falsários.

Exercer ilegalmente uma profissão regulamentada é considerado contravenção penal, passível de multa e até de prisão de 15 dias a 3 meses.

Thiago César Azevedo
Assessor de Imprensa – CREF16/RN

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