Coronavírus: UFRN desenvolve ferramenta de previsão de contaminação

UFRN lança um novo sistema de acompanhamento online de sintomas corporais e que pode funcionar como mais um auxiliar no combate à Covid-19

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Foto: Anastácia Vaz/Portal UFRN

A UFRN lançou um novo sistema de acompanhamento online de sintomas corporais e que pode funcionar como mais um auxiliar no combate à Covid-19. A nova ferramenta é chamada de Monitorização Epidemiológica Massiva (MEM), disponível no http://osinal.ect.ufrn.br/#/, e tem o objetivo de sistematizar informações que auxiliem em tomadas de decisão preventivas por parte de usuários sem que estes precisem lotar os serviços de atendimento clínico.

Funciona da seguinte maneira: após fazer o cadastro, o usuário responderá a perguntas sobre temperatura corporal, frequência respiratória e pulsação. Essa avaliação pode ser feita seguindo as orientações simples que acompanham o questionário e com o auxílio de um relógio e termômetro. Na sequência, o usuário responde sim ou não para outras dez perguntas sobre a ocorrência de tosse seca, dores no corpo, diarreia, nariz congestionado, dificuldade de sentir odores e sabores, fadiga, náusea e dor de garganta.

Ao enviar o questionário, o sistema irá analisar os sintomas, a evolução do quadro e as similaridades com outros problemas, como gripes e resfriados, e auxiliar na decisão do usuário em buscar unidades de saúde ou não. A comparação de dados de usuários também pode alertar a unidade de saúde responsável sobre um crescente aumento de sintomas entre os moradores locais. A análise pode ser direcionada por região, cidade ou mesmo por um único CEP.

A ferramenta entrou em funcionamento esta semana e é o resultado de uma ação de extensão coordenada pelo professor Efrain Pantaleón, da Escola de Ciências e Tecnologia da UFRN. Ele explica que a iniciativa tem por base modelos matemáticos e técnicas de mineração de dados, auxiliadas pela expertise de profissionais de saúde. “A ferramenta se diferencia pelo seu caráter preditivo, que viabiliza ações localizadas, otimizando a infraestrutura de saúde. Não foi pensada para contabilizar pessoas que já estão diagnosticadas, mas sim para auxiliar os indivíduos que têm poucos ou nenhum sintoma”, explica.

Fonte: Portal Grande Ponto


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