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RN cria 4.578 vagas de emprego com carteira assinada em julho, aponta Caged
No ano, Estado tem saldo positivo de mais de 16 mil vagas de emprego – Foto: Reprodução

O Rio Grande do Norte fechou o mês de julho com um saldo positivo de mais de 4,5 mil vagas de emprego com carteira assinada. Segundo dados divulgados nesta quinta-feira (26), pelo Ministério da Economia, através do Caged, o Estado teve no mês passado 15.902 contratações e 11.324 demissões – resultando em um saldo de 4.578 postos de trabalho no mercado formal.

Com o resultado de julho, o RN tem agora um saldo positivo de 16.804 vagas de emprego com carteira assinada no ano – resultado de 102.511 contratações e 85.707 dispensas. Nos últimos 12 meses (agosto de 2020 a julho de 2021), o resultado é ainda melhor: saldo positivo de 35.185 vagas no mercado formal.

Em julho, quase todos os setores acompanhados pelo Caged tiveram saldo positivo de empregos. O melhor resultado foi no setor de serviços, que terminou julho com saldo positivo de 1.378 vagas. Em seguida, vieram indústria (+1.243), agricultura (+1.189) e comércio (+924). A exceção foi a construção civil, que fechou 156 postos de trabalho.

Resultados nacionais

O Brasil abriu 316.580 vagas de emprego com carteira assinada em julho, no sétimo mês consecutivo de saldo positivo, segundo dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulgados hoje pelo Ministério do Trabalho e Previdência. Esse resultado decorreu de 1.656.182 admissões e de 1.339.602 desligamentos.

O total de empregos com carteira no país somou 41.211.272 em julho, o que representa uma variação de 0,77% em relação ao mês anterior. No acumulado até julho, o saldo na criação de empregos formais é positivo em 1.848.304 vagas.

A expectativa de analistas de mercado, consultados em pesquisa da agência de notícias Reuters, era de abertura de 250 mil postos de trabalho. Em julho do ano passado, o Brasil havia criado 137.014 vagas em momento em que o país ainda enfrentava medidas de combate à pandemia de covid-19.

Os números positivos do Caged contrastam com a taxa de desemprego no país de 14,6% no trimestre de março a maio, o dado mais recente do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O número se refere ao total de empregos, com e sem carteira assinada.

Essa é primeira divulgação dos dados do Caged feita pelo Ministério do trabalho e Previdência, pasta comandada por Onyx Lorenzoni. Até então, as informações eram passadas pelo Ministério da Economia, liderado por Paulo Guedes.

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