Falta de médicos em Parnamirim restringe atendimento em UPA

Em nota, a Prefeitura alegou que a UPA não está fechada, apenas com restrição de porta.

A Unidade de Pronto-Atendimento de Nova Esperança, em Parnamirim, está com o atendimento do plantão restrito em razão do desfalque de médicos, afirma profissionais que atuam no local. De acordo com eles, a UPA sofre com o desfalque na escala dos profissionais há meses, havendo, inclusive, vários pedidos de demissões dos médicos por falta de pagamento da Prefeitura.

Por outro lado, em contato com a 98 FM, a secretária de saúde local, Terezinha Rêgo, afirma que a Prefeitura não está atrasando salários na saúde, havendo atraso apenas nos plantões extras que foram “lançados de uma forma errônea”. Além disso, ela afirma também que os profissionais da saúde que tinham um contrato direto com o município teve a contratação encerrada no dia 15 de novembro por ordem judiciária.

Em nota, a Prefeitura alegou que a UPA não está fechada, apenas com restrição de porta.

Nota da Prefeitura:

Segundo a Direção da Upa e de acordo com o que é estabelecido pelo Ministério da Saúde para este porte, a unidade deverá funcionar com 3 médicos clínicos, 2 pediatras e 1 intensivista a cada 12 horas.

Está atualmente com 2 clínicos, 1 pediatra e 1 intensivista em ambos os turnos. Mas os pacientes avaliados como urgência e emergência (classificados como laranja e vermelho) e os que estão chegando via Samu, não estão sem atendimento. A Upa não está fechada, apenas com restrição de porta.

Os pacientes classificados como (azul e verde) estão sendo orientados a procurar as UBS.

A direção informou ainda que fará reunião amanhã com a SESAD e cooperativa para definir uma escala definitiva para o mês janeiro.


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