Fiocruz pede à Anvisa registro de uso emergencial da vacina de Oxford

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) solicitou nesta sexta-feira (8) à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o registro de uso emergencial da vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela farmacêutica AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford.

A fundação espera conseguir autorização para o uso de 2 milhões de doses prontas do imunizante que serão importados da Índia.

Em nota, a Anvisa afirmou que “já iniciou a triagem dos documentos presentes na solicitação e na proposta de uso emergencial que o laboratório pretende fazer”.

No Brasil, a Fiocruz deve produzir no primeiro semestre deste ano até 100 milhões de doses do imunizante. No segundo semestre, outras 110 milhões de doses devem ser produzidas inteiramente no Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos), vinculado à fundação.

A previsão é de que a primeira entrega da produção pela Fiocruz seja de 1 milhão de doses, na semana entre 8 e 12 de fevereiro. Após feito o controle de qualidade e ajustada a produção, a tendência é de que a fabricação aumente, até chegar a 15 milhões de doses por mês.

As vacinas precisam ser armazenadas a uma temperatura entre 2°C e 8°C, o que permite que isso seja feito em geladeiras, simplificando a logística.

O Reino Unido foi o primeiro país a aprovar o imunizante da Oxford. Por lá, a prioridade na vacinação é aplicar a primeira de duas doses no maior número de pessoas possível, antes de uma segunda dose até 3 meses depois.

Com informações da CNN Brasil


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