Bolsa família pode ser ampliado para substituir Auxílio Emergencial

O líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), defende ampliar as famílias que recebem o bolsa família e um “filtro” de prefeituras nos cadastros de beneficiários do programa. A equipe econômica do governo federal estuda formas de continuar dando assistência a população mais vulnerável com a pandemia, pois não há recursos para prosseguir com o auxílio para todos os beneficiários.

“O Auxílio Emergencial foi feito dentro decreto de calamidade, é um cheque em branco e não temos mais. Não se pode repetir a fórmula do auxílio. Vamos socorrer, mas não naquele modelo. A ajuda para quem precisa vai ser mais uma continuação do Bolsa Família”, diz Barros.

Para realizar essa inclusão, o deputado defende que as prefeituras verifiquem se quem está recebendo o Bolsa Família e vai, eventualmente, receber o novo benefício esteja realmente dentro de critérios de vulnerabilidade.

Outro ponto que o parlamentar quer emplacar são as novas exigências para receber o benefício, como qualificação profissional e desempenho escolar.

“O programa não incentiva a sair. A rampa de ascensão social precisa ter mecanismos para que as pessoas saiam depois. Então, podemos ampliar mas precisa cobrar desempenho escolar, qualificação profissional, por exemplo”.

Com informações complementares do G1


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