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Médico faz ranking de eficácia das vacinas; veja qual está na frente

Médico Albert Dickson. Foto: 98 FM

O Brasil deve receber o primeiro lote de vacinas contra a Covid-19 da Pfizer/BioNTech no final de abril, o imunizante será entregue apenas às capitais, segundo o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). A remessa virá com cerca de 1 milhão doses. Em entrevista ao 12 Em Ponto 98 desta segunda-feira (19) o médico Albert Dickson disse que a vacina da Pfizer é a ideal por ter mais eficácia.

“Para a população brasileira a da Pfizer é ideal chega a 92%, é uma efetividade fantástica, em segundo lugar nós temos a da AstraZeneca chega a 70% com a primeira dosagem, e a Coronavac a gente chega a 50%. Tem uma sequência a Pfizer é melhor do que a AstraZeneca que é melhor do que a Coronavac”, disse o médico.

A vacina da Pfizer já pode ser aplicada no Brasil porque obteve registro junto a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), ainda em fevereiro.

O médico frisou que não tem como escolher qual imunizante pode tomar na hora da vacinação, mas que independente da vacina que for aplicada o importante é ser vacinado.

“Quem se vacinar por uma ou por outra já está em um caminho bom”, pontuou.

A vacina da Universidade de Oxford e da AstraZeneca, produzida junto com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), apresentou um estudo preliminar indicando uma redução de 67% na transmissão. Dados iniciais do imunizante da Pfizer também mostram que ele diminui em quase 90% a disseminação do Sars-CoV-2. Mas outros levantamentos ainda são necessários. Nesta sexta-feira (16),

O Chile apresentou estudo que diz que a Coronavac tem 67% de efetividade na prevenção de casos sintomáticos de coronavírus e 80% para evitar mortes. Já um estudo recente feito pelo Instituto Butantan, que fabrica o imunizante no país, mostra que a eficácia global pode chegar a 62,3% se a segunda dose for aplicada em um intervalo maior, de até 28 dias.

Nesta segunda-feira (19) um estudo do Instituto russo de pesquisa Gamaleya e o Fundo Russo de Investimento Direto (RDIF)  mostrou uma taxa de eficácia maior da vacina Sputnik V, de 97,6 % contra a Covid-19. Os dados ainda não foram publicados em nenhuma revista científica.

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