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Médico Roberto Vital vai para sua oitava Paralimpíadas

O médico potiguar  Roberto Vital, foi convocado para as Paralimpiadas de Tóquio e vai para sua oitava participação em Jogos: (Atlanta 1996, Sydney 2000, Atenas 2004, Pequim 2008, Londres 2012, Rio 2016 e Jogos Paralímpicos de Inverno de PyeongChang – Coreia 2018).

Apesar de toda a experiência, Vital classifica a Paralímpiada de Tóquio como um grande desafio na carreira.

“É uma sensação diferente, devido a pandemia teremos uma competição atípica devido as restrições e vai ser um grande desafio cuidar dos nossos atletas, pois apesar dos jogos serem uma confraternização entre os povos, neste ano não poderemos aglomerar e muito menos se abraçar”.

“São tantas competições que tenho quase um museu em casa. São credenciais, mascotes, uniformes, além de um monte de histórias”, recordou Vital, que irá dividir a coordenação médica em Tóquio com outro potiguar, o médico Hesojy Gley Pereira, além da enfermeira Francisca Marques da Silva.

Vita, coordenador médico do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB),  também é o chefe do Departamento Médico do ABC Futebol Clube e no ano passado passou a fazer parte da cadeira na Academia Brasileira de Medicina de Reabilitação (ABMR), ocupando a cadeira 52.

A delegação brasileira será composta por 253 atletas (incluindo atletas sem deficiência como guias, calheiros, goleiros e timoneiro), sendo 159 homens e 94 mulheres, além de comissão técnica, médica e administrativa, totalizando 422 pessoas. Jamais uma missão brasileira no exterior teve tamanha proporção.

Na última edição fora do Brasil, em Londres 2012, o Brasil compareceu com 178 atletas, até então a maior. O número para a capital japonesa só é superado pela participação nos Jogos Rio 2016, já que o Brasil garantiu vagas em todas as modalidades por ser país sede e contou 286 atletas no total.

Fábio Pacheco

 

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