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Os dogmas da religião pandêmica
Foto por Mika Baumeister / Unsplash

por: Cristiano Medeiros

Vivemos atualmente em um mundo governado por seguidores de um deus sem divindade, criado pelo homem. Os sacerdotes e escribas deste deus não foram ordenados por ele. São, na verdade, seus criadores. Eles professam uma fé baseada nas leis sagradas de selecionados “papers” científicos escritos por eles mesmos, nas palavras do profeta Fauci e no que é proclamando templo supremo da OMS. Esta fé é obrigatória para todo o mundo. Mesmo os que não acreditam nesse deus estão sujeitos a ele e devem obedecer sem questionar seus dogmas. Afinal, é uma teocracia, as leis governamentais são fundamentadas na religião.

Os discípulos desse tal deus, catequizados por uma extensa rede mundial de apóstolos que ocupam quase 24h dos canais de TV, e por influenciadores que gozam do melhor engajamento que um algoritmo de rede social pode proporcionar, se converteram pela promessa de que esse mesmo deus que eles seguem, acabará. Por incrível que pareça, os fiéis pandêmicos querem que o próprio deus que os guia desapareça. E esperam mesmo que isso aconteça seguindo cegamente os ensinamentos e determinações de seus sacerdotes, escribas e profetas, sem questionar.

Questionar é pecado!

São dogmas inquestionáveis desta religião: Lockdown, máscaras, distanciamento, vacinas e uso de álcool gel. É crime mortal punível com assassinato de reputação, cadeia, extinção nas redes sociais, entre outros, duvidar de qualquer dogma pandêmico. Os atuais e os que ainda estão por vir.

Praticamente todo convencimento para decisões diante da pandemia foi baseado em crença, em fé. Líderes de uma ditadura comunista disseram o que deveria ser feito e, validados pela OMS, acreditamos que era a única solução. “É um vírus novo, não sabemos nada ainda sobre ele. Temos que acreditar nisso que estamos fazendo”.

Apavorados diante do cenário devastador mostrado pelas imagens que circulavam o mundo, as pessoas se apegaram às promessas de salvação proclamadas, independente delas serem reais, comprovadas ou viáveis. Foi assim quando nos convenceram de que trancar todo mundo em casa era somente até achatar a curva, foi assim que quase convenceram a todos de que nenhum remédio adiantava e só fosse ao hospital se estivesse com falta de ar. É assim que nos convencem a usar máscaras, é assim que nos convencem a tomar a vacina. Os poucos que questionam são tratados como hereges, negacionistas do deus Pandemia.

É essa fé cega que os convencerá a tomar uma 3a dose, nos obrigará a ter um passaporte vacinal e nos convencerá fazer crianças de cobaias com um imunizante experimental.
Será que desta vez dará certo?

 

Foto: Mika Baumeister on Unsplash

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