Plano de reorganização do BB prevê fechamento de três agências no RN

Unidades estão localizadas em Natal, Parnamirim e Mossoró

Por Redação

A Superintendência do Banco do Brasil (BB) no Rio Grande do Norte anunciou ontem (12), em reunião com a governadora Fátima Bezerra, que o novo plano de reorganização da instituição prêve o fechamento de três agências no estado. Segundo a superintendente do banco no RN, Priscila Requejo Simões de Araújo, as agências a serem fechadas estão nas cidades de Natal, Parnamirim e Mossoró, além de um posto de serviço em Tangará. De acordo com o plano, os serviços oferecidos nessas agências serão absorvidos por outras.

O Banco do Brasil opera atualmente a folha de pagamento dos servidores estaduais em todos os municípios do estado, por esse motivo a instituição anunciou que os servidores estaduais não serão prejudicados com as mudanças, pois o Banco do Brasil passará a investir em correpondentes bancários. A previsão do banco é a abertura de três dessas unidades nos munícipios afetados pelas mudanças. Quanto as demissões, a superintendente no RN afirmou que apenas os funcionários que aderirem ao Plano de Demissão Voluntária serão afastados de seus cargos; os demais trabalhadores das agências fechadas serão realocados para as 15 novas carteiras que a instituição passará a operar.

Com o plano de reorganização, a instituição deve fechar 112 agências, sete escritórios e 242 postos de atendimento em todo o país, além de converter 243 agências em postos de atendimento e oito postos de atendimento em agências, e transformar 145 unidades de negócios em Lojas BB, sem guichês de caixa. A instituição também deve realizar a relocalização compartilhada de 85 unidades de negócios e criação de 28 unidades de negócios, sendo 14 agências especializadas agro e 14 escritórios leve digital. O banco também implantará um Programa de Adequação de Quadros (PAQ) e um Programa de Desligamento Extraordinário (PDE), que deve alcançar em torno de 5 mil funcionários.

A Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (ANABB), em carta enviada ao presidente do Banco do Brasil, escreveu que as medidas parecem uma “cortina de fumaça” para enconbrir “intenções privatistas”.


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