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Por que a exigência do passaporte vacinal se assemelha ao nazismo

Por Cristiano Medeiros

Nos anos 1930, o governo alemão começou a segregar cidadãos atribuindo-os uma fragilidade biológica como justificativa. A medida não tinha nenhuma base científica mas, mesmo assim, atribuíram à ciência tal atitude, e justificaram tudo como sendo para o bem comum do povo.

Começou um passo de cada vez. Rotularam os judeus como pessoas que atrapalhavam o bem estar do povo alemão, atribuíram a eles a fama de sujos e animalescos, egoístas e gananciosos. Tudo sob a conhecida estratégia de propaganda de Goebbels: repetir uma mentira ate virar verdade, usar os meios de comunicação pra isso.

Os alemães começaram a tratar os judeus como sub-raça. Eram pessoas de segunda classe. Tudo baseado na ciência e no que a mídia dizia. A população passou a destrata-los, dedura-los e até cuspir neles. Alguns começaram até a exigir que a polícia os prendessem, tudo bem bem do povo em geral. Algumas pessoas não tinham certeza se aquilo era certo, mas viam todo mundo fazer e não se opunham, outras até apoiavam.

Algum tempo depois começaram a impedir os judeus de circularem, entrarem em lojas e de usar os serviços públicos. Colocaram faixas em seus braços para que fossem facilmente identificados publicamente. Logo depois… bem, vocês já sabem o que aconteceu logo depois, a história conta.

Se você tivesse vivido naquela época, qual seria sua atitude? Defender a liberdade de todo ser humano ou dedurar judeus?

Agora, substitua “anos 1930” por “2021” e “judeu” por “não vacinado”. Há, alguma semelhança com o que estamos vivendo desde 2020 com proibições de circulação, máscaras, patrulhamento de liberdade e mantras “pela saúde”?

Foto destaque: Karsten Winegeart / Unsplash
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