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Protocolo com Ivermectina zera óbitos e internações em detentos, afirma médico

Em entrevista ao programa 12 em Ponto 98 desta terça-feira (23) o diretor clínico da saúde do presídio de Alcaçuz, o médico Lionaldo Duarte, afirmou que o protocolo utilizado por ele para tratar a população carcerária contra a Covid-19, que inclui a Ivermectina, zerou o número de óbitos e internações.

De acordo com o médico, em março de 2020, início da pandemia aqui no Rio Grande do Norte, foi observado o aparecimento de apenados com Síndrome Respiratória. Como na época os testes ainda eram escassos, o médico consultou colegas de profissão e pediu autorização ao prefeito de Nísia Floresta, Daniel Marinho, e iniciou o protocolo com os medicamentos Azitromicina, Ivermectina e, em alguns casos, corticoide.

Segundo o dr. Lionaldo, os primeiros casos de Covid dentro do presídio foram em agentes, muitos, inclusive, vinham de outros estados em que a taxa de contaminação pelo vírus era maior como Ceará e Paraíba. Então, provavelmente, os detentos teriam sido contaminados por agentes de segurança.

Hoje, Alcaçuz conta com uma população de 1624 presos. Até o momento, 224 detentos foram contaminados pela Covid e nenhum evoluiu para uma forma mais grave ou necessitou de internamento hospitalar em decorrência da doença. Lionaldo enfatiza que o protocolo médico com Ivermecina já era usado há pelo menos quatro anos para tratamento de escabiose e foi adaptada e, juntamente com outros medicamentos e o isolamento do paciente, tem funconado para o tratamento da Covid.

Confira a fala do dr. Lionaldo

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