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Polícia

Mossoró: fugitivos teriam sido “adotados” por Comando Vermelho do RJ

Presos fugiram do presídio de Mossoró na última quarta-feira (19) - Foto: Reprodução
Mossoró: fugitivos teriam sido “adotados” por Comando Vermelho do RJ - Foto: Reprodução

Após serem expulsos e jurados de morte por lideranças do Comando Vermelho do Acre, os fugitivos da Penitenciária Federal de Mossoró Deibson Cabral Nascimento e Rogério da Silva Mendonça podem ter sido “adotados” por integrantes do Comando Vermelho do Rio de Janeiro.

A polícia investiga se criminosos cariocas enviaram recursos e apoio à dupla. Pistas apontam que os criminosos fizeram contato com um núcleo da facção, no RJ, usando um celular roubado dois dias após a fuga, registrada em 14 de fevereiro. As buscas já estão no 29º dia e mobilizam mais de 600 policiais, helicópteros, drones e cães farejadores.

Conforme a coluna noticiou, os criminosos pertenciam à facção até tentarem fugir do Presídio Antônio Amaro Alves (AC), em julho de 2023. A decretação das mortes partiu da liderança do CV no estado, justificada por suposta traição da dupla, que pretendia fundar a própria organização criminosa.

Segundo as fontes ouvidas pela reportagem, a dupla foi jurada de morte por ordem dos presos Railan Silva dos Santos e Selmir da Silva Almeida Melo, atualmente custodiados em unidades do Sistema Penitenciário Federal.

Os dois detentos são apontados pelas autoridades do Acre como principais lideranças do CV no estado. “Nesse tipo de situação, para uma traição como a imputada a Rogério e Deibson, a punição definida é a morte”, relatou a fonte.

Rebelião
Em julho de 2023, uma rebelião que durou mais de 24 horas terminou com cinco detentos mortos no presídio de segurança máxima Antônio Amaro Alves (AC), na capital acreana. Três dos detentos assassinados ainda foram decapitados.

A rebelião começou depois de presos do CV invadirem a ala de rivais das facções B13 e Primeiro Comando da Capital (PCC). Deibson e Rogério estariam ligados a essa rebelião e foram transferidos para o presídio federal em Mossoró após o massacre.

Na ocasião, eles também teriam tentado executar Railan e Selmir, os líderes do CV no Acre, para fundar uma nova facção. O plano, entretanto, foi frustrado.

Fonte: Metrópoles

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