Motorista de aplicativo é preso em Natal suspeito de participar de roubo de joias e Rolex avaliados em R$ 1 milhão

Joia e relógios apreendidos nesta segunda-feira (10) durante operação da Polícia Civil em Natal - Foto: PCRN / Reprodução
Joia e relógios apreendidos nesta segunda-feira (10) durante operação da Polícia Civil em Natal - Foto: PCRN / Reprodução

Um motorista de aplicativo de 25 anos foi preso nesta segunda-feira (10) pela Polícia Civil suspeito de envolvimento em um roubo milionário ocorrido no dia 18 de maio de 2024 em uma residência localizada no bairro de Ponta Negra, na Zona Sul de Natal.

Segundo as investigações, os objetos roubados são avaliados em quase R$ 1 milhão.

De acordo com a polícia, o motorista por aplicativo teve a função popularmente conhecida como “cavalo” – apoio com veículo na condução dos suspeitos que efetivaram o roubo.

A prisão foi efetuada por policiais Civis da Delegacia Especializada de Furtos e Roubos (Defur Natal) na 3ª fase da “Operação Perpétuos”. Além da prisão, oito mandados de busca e apreensão também foram cumpridos, nos bairros Igapó, Rocas, Passo da Pátria e Gramorezinho, em Natal.

Operação teve outras fases

Durante a primeira fase da operação, ocorrida no dia 20 de maio de 2024 (dois dias após o crime), a Polícia Civil prendeu em flagrante um suspeito pelo crime de receptação, sendo apreendidos quatro relógios Rolex e outros produtos subtraídos na ação criminosa.

Na segunda fase da ação, deflagrada no dia 21 de maio de 2024, a Polícia capturou dois foragidos da Penitenciária Estadual Rogério Coutinho Madruga, no Complexo de Alcaçuz, Gustavo da Rocha Dias e Ricardo Campêlo da Silva, momento em que também foram presos em flagrante pelos crimes de posse irregular de arma de fogo.

Segundo as investigações da Delegacia de Furtos e Roubos (Defur), três indivíduos invadiram a residência e subtraíram vários objetos de valores, dentre eles relógios Rolex e joias que ultrapassam a quantia de R$ 1 milhão.

Gustavo da Rocha Dias e Ricardo Campelo da Silva, até então foragidos do sistema penitenciário estadual, cederam a arma de fogo utilizada no crime, segundo as investigações.

A operação contou com o apoio da 24ª Delegacia Municipal de São José de Mipibu (24ª DP) e da Delegacia Especializada em Falsificações e Defraudações de Natal (DEFD). As investigações continuam no intuito de identificar mais integrantes dessa associação criminosa.