CREF pede que governo inclua setor fitness na fase 2 de flexibilização

 

CREF apresenta preocupação com crise financeira gerada no setor e pede definição sobre volta aos trabalhos. Foto: CREF

O Conselho Regional de Educação Física da 16ª Região enviou um ofício na manhã desta terça-feira (23) para o Governo do Rio Grande do Norte solicitando em regime de urgência uma reunião com a secretaria estadual de saúde, com o objetivo de definir uma data de retorno das atividades do setor de fitness e do trabalho dos Profissionais de Educação Física no Estado.

O documento assinado pelo CREF16/RN destaca o posicionamento da entidade em obedecer e orientar o  respeito ao que dizem as autoridades da área de saúde no enfrentamento da pandemia do novo coronavírus, causador da Covid-19, mas lembra que o setor de atividade física está na área de saúde e que tem profissionais devidamente habilitados para lidar com pessoas na volta ao trabalho, seguindo as determinações de controle da doença.

O Conselho também apresentou um protocolo próprio de ações, desenvolvido por especialistas, que deve orientar a nova rotina de trabalho na área.

“Diante disso, com o equilíbrio que temos pautado nossas ações, entendemos ser chegada a hora de definir  abertamente quando e como devemos retomar as atividades dos Profissionais de Educação Física e funcionamento de academias, clubes e afins, e para isso, apresentamos ss recomendações técnicas que devem ser seguidas na retomada do setor”, diz o Presidente do Conselho Regional de Educação Física da 16ª Região, Francisco Borges de Araújo CREF 001001-RN, no documento enviado ao Governo do RN.

O CREF16/RN reforça que, desde o começo da crise causada pela pandemia, pautou suas decisões no equilíbrio, no respeito e na ciência, adotando e recomendando que as medidas formuladas pelas autoridades de saúde pública fossem seguidas. O Conselho também esteve em constante contato com órgãos de saúde e com profissionais e empresários do setor, participando de debates sobre possibilidades de retorno e buscando apoio financeiro, como o pedido de inclusão dos Profissionais de Educação Física em programas de auxílio emergencial e medidas fiscais e econômicas de socorro aos empresários da área.

Hoje, o fechamento do setor fitness e desportivo atinge mais de mil academias e seis mil Profissionais de Educação Física no Rio Grande do Norte. Muitas das pessoas e empresas da área não têm conseguido garantir o sustento básico.

 

Thiago Cesar/Comunicação CREF