
A votação para mudança do Estatuto do América que aconteceu na segunda-feira (2) terminou com muita polêmica e uma enxurrada de protestes de torcedores, sócios e conselheiros que defenderam a participação do sócio-torcedor na vida política do clube.
A proposta original do Conselho Deliberativo estabelecia uma cláusula de barreira de 04 anos para que o sócio-torcedor tivesse participação no processo eleitoral.
Os conselheiros tinham três propostas como opções e com 27 votos (sendo 18 presenciais e 9 por e-mail), a proposta da Chapa 1, representada pelo Conselho Deliberativo, foi escolhida. Com 14 votos (7 presenciais e 7 por e-mail), a Chapa 2, com substantivo de Alex Padang foi a segunda mais votada. Já Chapa 3, de Leonardo Bezerra, obteve um voto.
Com a vitória da chapa do CD estava claro que o sócio-torcedor teria que passar quatro anos sem nenhuma interrupção para só então ganhar direito ao voto.
Diante da repercussão negativa, o presidente do clube, Ricardo Valério conversou com José Rocha, presidente do do Conselho Deliberativo e conseguiu fazer com que fosse diminuído para 2 anos o prazo.