
Ainda sobre o que aconteceu com jogadores do Corinthians no aeroporto de Guarulhos, encurralados por membros de uma torcida organizada do clube que encurralaram e partiram para agressão contra profissionais do clube.
Mais um dos tantos absurdos protagonizados por torcidas organizadas ( facções organizadas como costumo definir ) e que não começou naquele episódio. Aquilo não foi o primeiro e nem será o último.
Lendo o jornal Zero Hora encontrei um artigo do Diogo Olivier que retrata o que representam determinadas torcidas organizadas no contexto do futebol brasileiro.
Diz o artigo: O que aconteceu com torcedores de uma organizada do Corinthians no aeroporto, após a derrota para o Fluminense, é uma metástase. O mal vem se alastrando há anos.
O nosso futebol dá guarida e alimenta essa gente. Esse é o câncer. Há clubes que abrem os CTs para eles “falarem” com atletas, legitimando-os. Não é incomum jogadores vestirem boné quando chegam e curtirem nas redes sociais. É assim que tais grupos se legitimam. Figueirense, Corinthians. Quem mais? Até quando?
Antes do episódio de Guarulhos, “torcedores” invadiram um treino do Figueirense, com rojões e partiram para agressão contra jogadores e profissionais.
Até o momento que resolverem adotar medidas duras contra torcidas ( facções ) organizadas que são agentes de extrema violência. São todos conhecidos, maioria reincidentes e só falta uma ação dura da Lei, da Polícia, Ministério Público e Justiça. Mortes? Já perdi as contas de quantas vidas foram ceifadas em confrontos de pretensos torcedores.
Existem exceções, claro que existem mas os bons acabam perdendo espaço para os maus, essa é a verdade nua e crua. Dirigentes tem medo do enfrentamento com os bandos violentos, abrem espaços e o jogo segue assim. Uma pena!