Paulinho Kobayashi: ” Temos que fazer que os adversários respeitem a gente com a bola na rede, somando pontos e buscando o acesso”

Paulinho Kobayashi mostra preocupação com a longa viagem para o Acre. Foto: Reprodução Youtube

O América viaja na quinta-feira (17) para Rio Branco no Acre, onde domingo enfrenta o Galvez pelas oitavas de final da Série D.

Ontem no Tocando a bola, o treinador Paulinho Kobayashi falou sobre a semana de trabalho, as dificuldades de longa viagem e da expectativa pelo confronto na Arena Acreana

” Uma semana “pequena” de trabalho principalmente, perdemos dias de treinamento e isso vai dificultar bastante. Praticamente vamos viajar quase 30 horas e isso dificulta, mas o importante é o foco dos jogadores querendo buscar a classificação e o acesso, o foco dos jogadores ajuda muito”.

A viagem para o Acre

” Preocupa bastante pelo desgaste, pelo tempo de  viagem que provavelmente deve ser de 30 horas e quando  você perde um dia eu não tenho como treinar. Os jogadores que são maiores ( estatura ) quando você viaja  uma parte de avião e outra de ônibus acabam ficando travados e depois até  soltar, não temos como trabalhar na parte tática, ajustar algumas coisas que são necessárias e isso acaba pesando”

Romarinho ou Carlos Renato

” Ninguém tinha pensado nisso antes, o caso do Romarinho se não tivesse o Thiago Costa em uma situação fisicamente ainda tendo que trabalhar um pouquinho mais. O Thiago é o jogador da posição e acho que seria incoerente eu não  ter iniciando com ele, mas o momento dele não estava bom e eu tirei ainda no primeiro tempo. Poderia ter optado pelo Anderson Paraíba que já treinou ali comigo, mas ali foi uma  consequência do que eu achei necessário e coloquei o Romarinho ali ( ala esquerda ) vamos trabalhar para ver uma adaptação, ver a parte física dos jogadores que chegaram e a gente vai procurar fazer o melhor para o América que é o mais importante. É o que eu falo, o importante é pensar no América e não em quem vai jogar ou deixar de jogar. Não podemos ter vaidades”

O Galvez

” Estava vendo o Galvez, é bem parecido com o Coruripe, é uma equipe que se fecha bem a linha  defensiva deles é bem baixa, eles ficam bem postados. Uma equipe que se posta muito no campo defensivo e nós temos que surpreende-los. Tem dois atacantes que ficam enfiados na linha defensiva e a gente das dificuldades que vamos encontrar. O mais importante é trabalhar bem a nossa equipe. Temos que fazer que os adversários respeitem a gente com as bolas nas redes, somando pontos e buscando o acesso”