PM abre sindicância após operador do 190 chamar mulher de “louca” e ameaçar bloquear número

Mulher é baleada ao trocar tiros com a PM em município no Seridó do RN - Foto: Reprodução
O prazo para conclusão da sindicância é de 40 dias. Foto: Reprodução

A Polícia Militar do Rio Grande do Norte instaurou uma sindicância para investigar uma denúncia de suposta falha no atendimento do telefone 190 a uma mulher que afirmou ter sido agredida fisicamente em um condomínio no bairro Passagem de Areia, em Parnamirim.

Conforme informações publicadas no Diário Oficial do Estado desta terça-feira (12), a mulher relatou que, em 30 de abril de 2025, ligou para o 190 para pedir socorro, mas não teve viatura enviada ao local, mesmo após falar com vários atendentes. Além disso, um dos operadores do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (CIOSP) teria chamado a mulher de “louca” e ameaçado bloquear seu número.

O prazo para conclusão da sindicância é de 40 dias, podendo ser prorrogado caso haja necessidade de esclarecimentos adicionais. Durante todo o procedimento, a Polícia Militar reforça o compromisso com o respeito aos direitos constitucionais e à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, garantindo a confidencialidade e o tratamento adequado das informações.

A apuração do caso é fundamental para avaliar o atendimento prestado pela corporação e reforçar a responsabilidade no serviço público, principalmente em situações de risco e vulnerabilidade.