O boxeador Acelino “Popó” Freitas se pronunciou sobre seu envolvimento na briga generalizada após a luta com o boxeador Wanderlei Silva, realizada no sábado (27). Em publicação nas redes sociais nesta segunda-feira (29), ele defendeu que foi o primeiro a ser atacado durante a confusão.
Veja o momento repercutido:
Ele reforçou que as agressões partiram de Dida, treinador de Wanderlei. Popó afirmou que o profissional estava “insano” e “fora de razão”. A sequência de agressões foram interrompidas, naquele momento, pelo irmão do boxeador, Luís Cláudio.
“Com a briga generalizada, após a justa desclassificação de Wand, eu – Popó – FUI O PRIMEIRO a ser repentina e ferozmente atacado, por Dida, treinador de Wand, experiente no mundo das lutas. Ele estava insano e fora da razão, nada o faria parar; eu estava encurralado nas cordas e sem espaço para me defender e reagir, diante da quantidade de pessoas ao redor, até que meu irmão Luís Cláudio – inspiração de sempre na minha vida de boxeador, tirou ele de cima de mim.”, afirmou.
Popó voltou a pontuar que os golpes realizados por Wanderlei se tornaram agressões, por usar golpes ilegais. Apesar disso, ele reconheceu sua responsabilidade durante a briga, que envolveu vários integrantes das duas equipes dos lutadores.
“Mas, infelizmente não houve equilíbrio emocional e começou – do lado do oponente – jogo sujo, golpes ilegais e antidesportivos. Que resultou na decretação da minha vitória, por desclassificação (DQ). A linha do tempo das agressões é clara e infeliz! Todos tem sua cota de responsabilidade e já soltei notas públicas anteriores sobre isso, inclusive levantando bandeira branca”, complementou.
A luta
O tumulto começou logo após o fim da luta de exibição entre Popó e Wanderlei Silva, que foi desclassificado por três cabeçadas. O resultado provocou discussões entre os membros das duas equipes, que rapidamente evoluíram para agressões dentro do ringue.
No meio da confusão, Wanderlei Silva acabou nocauteado por um soco e precisou de atendimento médico. O ex-lutador de MMA foi levado ao hospital ainda em São Paulo, realizou exames e recebeu alta horas depois.