[VÍDEO] Motta defende escolha de Derrite para relatoria do PL Antifacção e nega tentativa de enfraquecer a PF

Presidente da Câmara Hugo Motta (Republicanos-PB). Foto: Mario Agra / Câmara dos Deputados
Presidente da Câmara Hugo Motta (Republicanos-PB). Foto: Mario Agra / Câmara dos Deputados

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta terça-feira (11), em entrevista coletiva, que a escolha do deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP) como relator do projeto da Lei Antifacção foi baseada em critérios técnicos e no compromisso de tratar o tema com seriedade, sem transformá-lo em palanque político.

Veja:

“Quando designei o deputado Derrite, atual secretário de Segurança Pública de São Paulo, foi para que ele fizesse um trabalho eminentemente técnico, não permitindo que esse tema fosse usado como palanque político para quem quer que seja”, afirmou Motta. Segundo ele, o relator tem dialogado com lideranças partidárias, governos estaduais e representantes do governo federal para construir um texto de consenso.

A fala de Motta ocorre após a repercussão do primeiro parecer de Derrite, divulgado na semana passada, que atribuía exclusivamente às polícias civis estaduais a investigação de organizações criminosas envolvidas em atos definidos como terroristas. O trecho gerou reação de setores da base governista, que viram na proposta uma limitação ao papel da Polícia Federal (PF).

Na nova versão do texto, protocolada na noite desta segunda-feira (10), Derrite amenizou o dispositivo e passou a permitir a atuação da Polícia Federal por iniciativa própria, desde que os fatos investigados estejam relacionados a matérias de sua competência constitucional ou legal. A PF também poderá agir mediante solicitação de autoridades estaduais ou do Ministério Público estadual, comunicando sempre as autoridades competentes.

Hugo Motta reforçou que “o papel da Polícia Federal é inegociável no combate ao crime organizado” e classificou como falsas as informações de que a Câmara estaria tentando reduzir a soberania da instituição. “Nunca existiu essa intenção. Conversei com o diretor-geral da PF e com o ministro da Justiça para reafirmar que a Câmara reconhece a importância da Polícia Federal nesse enfrentamento”, garantiu.

Segundo o presidente da Câmara, o objetivo é votar o projeto até esta quarta-feira (12), após ajustes finais e diálogo com as lideranças partidárias. “Queremos um texto que reforce o compromisso do Parlamento com o combate às facções e ao crime organizado, respeitando as competências de cada instituição”, concluiu.

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta terça-feira (11), em entrevista coletiva, que a escolha do deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP) como relator do projeto da Lei Antifacção foi baseada em critérios técnicos e no compromisso de tratar o tema com seriedade, sem transformá-lo em palanque político.

“Quando designei o deputado Derrite, atual secretário de Segurança Pública de São Paulo, foi para que ele fizesse um trabalho eminentemente técnico, não permitindo que esse tema fosse usado como palanque político para quem quer que seja”, afirmou Motta. Segundo ele, o relator tem dialogado com lideranças partidárias, governos estaduais e representantes do governo federal para construir um texto de consenso.

A fala de Motta ocorre após a repercussão do primeiro parecer de Derrite, divulgado na semana passada, que atribuía exclusivamente às polícias civis estaduais a investigação de organizações criminosas envolvidas em atos definidos como terroristas. O trecho gerou reação de setores da base governista, que viram na proposta uma limitação ao papel da Polícia Federal (PF).

Na nova versão do texto, protocolada na noite desta segunda-feira (10), Derrite amenizou o dispositivo e passou a permitir a atuação da Polícia Federal por iniciativa própria, desde que os fatos investigados estejam relacionados a matérias de sua competência constitucional ou legal. A PF também poderá agir mediante solicitação de autoridades estaduais ou do Ministério Público estadual, comunicando sempre as autoridades competentes.

Hugo Motta reforçou que “o papel da Polícia Federal é inegociável no combate ao crime organizado” e classificou como falsas as informações de que a Câmara estaria tentando reduzir a soberania da instituição. “Nunca existiu essa intenção. Conversei com o diretor-geral da PF e com o ministro da Justiça para reafirmar que a Câmara reconhece a importância da Polícia Federal nesse enfrentamento”, garantiu.

Segundo o presidente da Câmara, o objetivo é votar o projeto até esta quarta-feira (12), após ajustes finais e diálogo com as lideranças partidárias. “Queremos um texto que reforce o compromisso do Parlamento com o combate às facções e ao crime organizado, respeitando as competências de cada instituição”, concluiu.