[VÍDEO] Atriz potiguar interage com elenco de “Pecadores” para promover Oscar 2026

Foto: Reprodução/HBO Max

A atriz potiguar Tânia Maria, que atuou no filme “O Agente Secreto” participou de uma publicidade do streaming HBO Max para promover a cerimônia do Oscar 2026. O longa brasileiro foi indicado em quatro categorias, incluindo a de “Melhor Filme”.

No vídeo, Tânia Maria aparece como uma “bruxa”, realizando um feitiço para dar sorte ao Brasil na premiação. Na sequência, ela surge em uma montagem na qual substitui o antagonista do filme americano, Remmick, ressignificando a cena de introdução do personagem com o elenco, estrelado pelo ator Michael B. Jordan. Tânia Maria “apresenta” o forró aos personagens.

A transmissão completa ocorre neste domingo, 15 de março, a partir das 18h30, e será realizada pela HBO Max.

Veja:

A artista recebeu reconhecimento pela interpretação da personagem Dona Sebastiana no filme “O Agente Secreto”, dirigido por Kléber Mendonça Filho. O longa-metragem é um dos candidatos do Brasil para concorrer à estatueta de Melhor Filme Internacional na principal premiação do cinema mundial.

Outros potiguares

Além de Tânia Maria, outros potiguares integram o elenco do longa, como Alice Carvalho e Kaiony Venâncio. Kaiony Venâncio tem 16 anos de carreira e já atuou em “Cangaço Novo”, “Maria e o Cangaço”, na série de animação “As aventuras de Nina e Xilo”, e nos filmes “Leite em Pó”, de Carlos Segundo, “Diga adeus que vai embora”, de Valério Fonseca, “Nova Amsterdam”, de Edson Soares, e em “A Era do Metano”, de Marcia Lohss.

Alice Carvalho, atriz que vem colecionando indicações e prêmios ao longo da carreira, é um dos nomes da série “Cangaço Novo”, esteve no remake da novela “Renascer” e também participou do longa “Ângela”, filme inspirado na vida de Ângela Diniz, assassinada em 1976. Recentemente, a atriz estrelou a produção “Guerreiros do Sol”, do Globoplay.

O Filme

Ambientado na Recife de 1977, “O Agente Secreto” trata da história de um professor universitário que foge de São Paulo depois de um desentendimento com um empresário. De volta a Recife, onde o filho mora com a avó, ele adota uma identidade falsa por questão de segurança. O filme não faz referência direta à ditadura militar, mas ela está presente através da violência e corrupção do período retratado e nas constantes fotos de Ernesto Geisel que aparecem em alguns espaços.