O Mercado da Redinha será reaberto a partir de 22 de dezembro para uma operação temporária que segue até 22 de fevereiro de 2026, período que engloba toda a alta estação e o Carnaval. Os detalhes foram apresentados na manhã desta quarta-feira (3), durante uma coletiva no Palácio Felipe Camarão, com participação de secretarias municipais e da Fecomércio RN — apontada como principal parceira na estruturação do modelo emergencial.
Segundo o presidente executivo da Fecomércio, Laudemir Barreto, a Federação vai atuar diretamente na preparação dos permissionários que vão trabalhar no equipamento. A proposta inclui capacitações gratuitas, realizadas antes da reabertura, com foco em vendas, manipulação e segurança de alimentos, formação de preços, elaboração de cardápios e fichas técnicas.
Veja as informações na reportagem de Douglas Lopes:
A ideia, segundo Barreto, é qualificar não só os trabalhadores do mercado, mas também seus familiares e moradores do entorno. “Além de um espaço gastronômico, o mercado pode ser também um espaço de saúde, lazer e assistência”, afirmou.
Enquanto a licitação definitiva não é concluída, a operação temporária permitirá movimentar a economia local, gerar renda e oferecer mais uma opção para turistas e moradores durante o período mais aquecido do ano. O secretário municipal de Concessões, Parcerias, Empreendedorismo e Inovações, Arthur Dutra, explicou que a gestão buscou apoio do Sesc e do Senac para viabilizar o retorno.
“O prefeito Paulinho Freire demandou que fosse estruturado um modelo que permitisse a reabertura agora na alta estação. Chegamos a uma solução possível graças ao apoio da Fecomércio, do Sesc e do Senac, somado à atuação das secretarias municipais”, disse Dutra.
Com a liberação, o espaço volta a receber o público em um dos cenários mais tradicionais da capital, às margens do Rio Potengi. A expectativa é que o mercado funcione como novo ponto de atração durante o verão, beneficiando permissionários, moradores da Redinha e quem busca aproveitar o visual e a gastronomia local.