[VÍDEO] Jean Paul Prates diz que permance “caminhando” com Fátima mesmo após saída do PT

Jean destacou que a parceria construída ao longo de duas décadas permanece ativa

Jean Paul ainda disse que sua atuação política não se resume a cargos ou disputas eleitorais, mas a contribuir com projetos em que acredita - Foto: Mayane Lins

O ex-senador Jean Paul Prates (PDT) afirmou, em entrevista ao programa Repórter 98, da 98FM Natal, que sua saída do Partido dos Trabalhadores (PT) não significa um rompimento político com a governadora Fátima Bezerra. Jean destacou que a parceria construída ao longo de duas décadas permanece ativa.

Segundo ele, sua trajetória eleitoral e técnica foi diretamente influenciada pela confiança depositada por Fátima e pelo PT, o que o mantém alinhado ao grupo político da governadora. “Caminhar junto eu vou caminhar, porque Fátima foi a pessoa que me deu a oportunidade de ser senador da República, teve confiança em mim, o partido, aliás”, afirmou.

Jean Paul afirmou que sua observação interna sobre o partido “já não é mais problema” dele, mas reiterou que deixou um alerta para reflexão interna do PT estadual.

Ao ser perguntado se a filiação ao PDT poderia ser uma sinalização para ocupar a segunda vaga na chapa ao Senado, caso Fátima dispute a outra, Jean não confirmou a intenção eleitoral, mas ressaltou seu compromisso histórico com o projeto político liderado pela governadora. Ele lembrou que ingressou na política institucional a partir do apoio do PT, que o lançou inicialmente como candidato à Prefeitura de Natal e, posteriormente, o levou ao Senado.

Para o ex-senador, a história que ele construiu junto com Fátima impede qualquer mudança brusca de alinhamento ideológico. “Você não caminha 20 anos ao lado dessas lideranças e depois diz que vai para o outro lado, preconizar Estado mínimo ou aderir a teses da moda apenas para ser eleito. Eu não faço isso”, declarou.

Jean Paul ainda disse que sua atuação política não se resume a cargos ou disputas eleitorais, mas a contribuir com projetos em que acredita. “Estou na política porque gosto da política. Quero estar à disposição, contribuir. Não estou aqui apenas para arrumar um cargo.”