
É pesada a sequencia de jogos do ABC a partir do clássico de domingo (23) contra o América valendo pela sexta rodada da fase classificatória do segundo turno do Estadual.
No dia 27, quinta-feira, tem o ASSU fechando a fase. Caso chegue para disputar a final do segundo turno, a tabela marca o jogo único para o dia 30 de maio.
Dia 2 de junho pega a Chapecoense em Chapecó pela Copa do Brasil e em seguida, domingo (6) estreia pela Série D jogando em Campina Grande contra o Treze. Três dias depois, no dia 9 tem a volta contra a Chape no Frasqueirão.
Uma sobreposição da datas que requer atenção redobrada dos departamentos físico e médico do ABC. E o elenco? Reduzido em quantidade e qualidade, com poucas opções para o treinador Moacir Júnior trabalhar.
Moacir Júnior
Algumas criticas sobre o desempenho do time do ABC sob o comando de Moacir Júnior eu entendo como precipitadas. Se o torcenauta observar com atenção vai ver que em nível tático o time mudou. Diferente do ABC que começou a temporada, hoje o ABC tem variações, é um time que joga para frente sempre na busca do gol e que no que compete ao treinador evoluiu.
O “xis” da questão é que a qualidade técnica dos elenco é rasa, é anêmica, é fraca. Não tem Moacir Júnior e treinador nenhum capaz de extrair da maioria do elenco mais do que estão dando em campo. O grande desafio vai ser remontar o elenco às portas do Brasileiro.
Ou qualifica o elenco ou o ABC vai ser uma máquina de moer treinadores.