Desde que o futebol foi retomado no Brasil, com a conclusão da Copa do Nordeste em julho do ano passado, ele é uma atividade que vem sendo desenvolvida sem a presença de público e mais, respondendo e respeitando normas estabelecidas pelas autoridades sanitárias dos Estados e Munícipios, correto?
Assim sendo, entendo que o novo Decreto do Governo do RN que entrará em vigor no próximo sábado (20) com medidas mais duras para combater a pandemia da Covid-19 não atinge o futebol profissional, não alcança o Campeonato Estadual de Futebol.
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Além disso, parar o futebol – a CBF já afirmou e reafirmou que as competições que ela organiza não vão parar – significa um golpe fatal na maioria dos clubes do Brasil. Por mais que as pessoas queiram colocar o futebol como uma atividade econômica secundária ou sem relevância, o futebol é uma grande indústria sem chaminés, que gera empregos diretos e indiretos e que gera receita para Estados e Municípios.
Outro dia fiz aqui e repito, o futebol é a “máscara” e o “álcool gel” é uma forma segura de amenizar os efeitos do recolhimento obrigatório imposto no Brasil.