O Rio Grande do Norte teve um aumento no fluxo de passageiros em março deste ano, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) divulgados nesta sexta-feira (25).
No mês passado, o RN recebeu 187,8 mil passageiros de outros destinos brasileiros, o que representa um aumento de 14,2%, já que em março de 2024 haviam sido 164,4 mil passageiros.
De acordo com a Anac, este foi o melhor desempenho do Estado desde 2017, quando foram registrados 197,4 mil viajantes.
Já com relação ao mercado internacional, o aumento foi de 17%, saindo de 7,8 mil em 2024 para 9,1 mil visitantes em março deste ano. Esse é o maior fluxo de passageiros internacionais desde 2008, quando foram o estado potiguar recebeu 9,3 mil pessoas.
Os dados dizem respeito principalmente ao Aeroporto Internacional Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante, principal entrada aérea do Estado.
Resultados do Brasil
Com 10,2 milhões de passageiros movimentados no total, somando mercados doméstico e internacional, março de 2025 registrou no Brasil o maior fluxo total de passageiros para o mês desde o início da série histórica, em janeiro de 2000.
As movimentações doméstica e internacional tiveram recordes para o período, alcançando respectivamente 7,9 e 2,3 milhões de passageiros.
Continuando a trajetória ascendente iniciada em abril de 2021, a movimentação internacional de passageiros registrou 15,5% de aumento em relação a março de 2024, marcando o 48º mês seguido de crescimento.
Em comparação a março de 2024, a demanda internacional, medida em passageiros por quilômetros transportados, cresceu 11,1%, enquanto a oferta internacional, mensurada em assentos por quilômetros oferecidos, teve aumento de 11,9%.
Finalmente, a movimentação de cargas internacionais também cresceu, com 77,3 mil toneladas transportadas – um aumento de 4,5% relativo a março de 2024.
O resultado de 7,9 milhões de passageiros domésticos transportados em março representa um crescimento de 5,9% em relação ao movimento registrado no mesmo mês de 2024. Além disso, a demanda doméstica teve aumento de 9,5%, enquanto a oferta cresceu 8,9% no período.
A movimentação de cargas domésticas foi de 39,1 mil toneladas, redução de 7,3% comparado a março de 2024.