
Em comunicado enviado à imprensa no sábado, o Cruzeiro informou que emprestava Zé Eduardo ao América com algumas condições, como o pagamento de apenas 20% do salário, o cancelamento da taxa de vitrine de 15% que havia sido oferecida ao América no retorno do atleta à Toca e a possibilidade de requisitar o retorno do Zé Eduardo a qualquer momento.
Nesses termos, o América não fechou negócio, pois queria manter pelo menos 10% de vitrine em uma eventual venda do Zé Eduardo.
Leia também
Além disso, Zé Eduardo, no novo contrato assinado com o Cruzeiro, tinha previsão de reajuste salarial de R$ 25 mil para R$ 40 mil a partir de janeiro de 2021. Para liberar o jogador, o Cruzeiro pediu que ele abrisse mão dessa cláusula durante todo o ano. O atacante não aceitou. Topou abrir mão do reajuste somente até abril de 2021.
O único acordo firmado foi o tempo de contrato do empréstimo. O América pediu cessão do atleta até o fim de 2021, mas o Cruzeiro propôs somente para o restante da Série D. O time nordestino aceitou.
Por Rafael Arruda e Thiago Madureira/Superesportes
ATUALIZADO
Informação obtida pelo blog com relação ao percentual sobre o jogador, o América topou ceder 5% e ficar com 10% de direito em negociação futura, ao invés dos 15% a quem tem direito neste momento.