O filme Michael, dirigido por Antoine Fuqua, estreou com críticas majoritariamente negativas nos principais veículos dos Estados Unidos. De acordo com a Folha de São Paulo, produzido com envolvimento direto do espólio de Jackson, o longa omite as acusações de abuso sexual contra o cantor, fato confirmado pela revista Variety.
Segundo a publicação, cenas sobre as acusações foram cortadas para respeitar um acordo com uma das supostas vítimas, o que custou US$ 15 milhões em refilmagens.
O papel principal é interpretado por Jaafar Jackson, sobrinho do astro, e a família assina seis créditos de produção no filme.
A narrativa cobre a trajetória do cantor até os anos 1980 e deixa de fora episódios como a compra do catálogo dos Beatles e o rompimento com Paul McCartney.
Apesar das críticas, os estúdios Lionsgate e Universal já planejam uma segunda parte, apostando no apelo comercial do nome de Michael Jackson.