PL projeta até oito deputados e elevação do piso eleitoral de 35 mil para estadual

A nominata do Partido Liberal para deputado estadual promete uma das disputas internas mais acirradas das eleições no Rio Grande do Norte. O partido reuniu tantos nomes competitivos que já existe, entre os próprios pré-candidatos, a preocupação de alcançar uma votação expressiva e, ainda assim, terminar fora da Assembleia Legislativa. O PL conta atualmente com sete deputados estaduais com mandato que disputarão a reeleição: Gustavo Carvalho, Coronel Azevedo, Adjuto Dias, Terezinha Maia, Tomba Farias, Luiz Eduardo e Doutor Kerginaldo.
Além deles, entram na disputa nomes com estrutura política e potencial eleitoral, como Jorge do Rosário, Getúlio Rego, Anne Lagartixa e Camila Araújo.

Internamente, o cenário mais otimista aponta para a eleição de oito deputados, mas a projeção considerada mais realista é de sete cadeiras, podendo fazer a oitava na rodada de sobras de votos. Gustavo Carvalho, Coronel Azevedo, Adjuto Dias, Luiz Eduardo, Doutor Kerginaldo e Tomba Farias aparecem no grupo dos mais cotados.

A grande guerra deverá ocorrer pelas duas últimas vagas. Terezinha Maia, Jorge do Rosário, Getúlio Rego e Camila Araújo são apontados como os principais concorrentes. Nos bastidores, Jorge e Terezinha aparecem com uma pequena vantagem nessa corrida. O número que mais assusta os pré-candidatos é o possível piso eleitoral. A avaliação predominante é de que será necessário ultrapassar os 35 mil votos para entrar de verdade na briga por uma cadeira.

Mesmo assim, ninguém está seguro. Dependendo do desempenho da nominata e da distribuição dos votos, candidatos com votações acima desse patamar poderão ficar de fora dos 24 eleitos. Por outro lado, caso mais de sete nomes do PL superem os 35 mil votos, o partido poderá confirmar a projeção mais ousada e eleger ate 10 deputados. O problema é que as outras nominatas também fazem contas otimistas. E, no fim, há uma matemática que não muda: por mais que todos projetem crescimento, a Assembleia Legislativa continuará tendo apenas 24 cadeiras.