O PDT se reuniu para definir as estratégias políticas que envolvem o cenário da disputa pelo Senado Federal nas eleições de outubro. O presidente nacional da legenda, Carlos Lupi, propôs um “compartilhamento de mandato” entre os pré-candidatos ao cargo: Jean Paul Prates e Rafael Motta.
Com apenas uma vaga disponível para indicação de candidatura e complemento da chapa da base governista, o PDT terá que definir se Motta ou Prates será o candidato, e quem será o respectivo suplente ao Senado. A legenda diz que encara com “urgência” a definição.
Também foram avaliados possíveis adversários e debatidas estratégias eleitorais voltadas à captação do chamado “segundo voto” do eleitorado potiguar, considerado decisivo para o desempenho da chapa na disputa.
O aprimoramento metodológico da pesquisa eleitoral, que está sendo estruturada pelo partido, foi debatido durante o encontro, que contou com lideranças políticas e a presidente estadual da legenda, Márcia Maia. Ficou encaminhada a necessidade de tornar o questionário mais objetivo e eficiente, com ajustes técnicos definidos para permitir rápida aprovação e execução do levantamento.
Segundo o instituto que será responsável pela pesquisa, o estudo deve ir a campo já neste final de semana.
Em agenda com presidentes de partidos aliados, Carlos Lupi também apresentou o entendimento construído entre os dois pré-candidatos do PDT ao Senado no Rio Grande do Norte, Jean Paul Prates e Rafael Motta, propondo a formalização pública de um acordo de compartilhamento de mandato como estratégia de fortalecimento do projeto político do partido no estado.